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Prescription

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Título del test:
Prescription

Descripción:
Preguntas Prescription

Autor:
AVATAR

Fecha de Creación:
27/12/2021

Categoría:
Deportes

Número preguntas: 150
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Temario:
1. Para prevenir o reganho de peso, recomenda-se a realização de 150-250min/sem de AF de int. moderada V F.
2. Pessoas com obesidade têm maior risco de hipertermia durante o exercício. V F.
3. A prática de AF atenua o efeito do gene FTO na acumulação de gordura corporal. V F.
4. A densidade mineral óssea não determina a força do osso. V F.
5. A associação entre a densidade mineral óssea e a prática de exercício em idade jovem é bastante significativa. V F.
6. O PGC-1alfa promove a angiogénese. V F.
7. O treino de força aumenta a expressão de Akt, fundamental no processo de hipertrofia muscular. V F.
8. Um exemplo de uma resposta aguda ao exercício é o aumento da razão ATP/AMP. V F.
9. O treino aeróbio realizado antes do treino de força promove de forma mais marcada a biogénese mitocondrial. V F.
10. Um aumento da pós-carga no coração causada pela hipertensão promove um aumento da hipertrofia ventricular. V F.
11. A ocorrência do pico de massa óssea é influenciada pela dieta. V F.
12. Durante o envelhecimento prevalece a atividade osteoblástica. V F.
13. Considerando a remodelação óssea na fase adulta, pode admitir-se que cada 7-10anos os humanos têm ossos novos. V F.
14. Para estimular a atividade osteoblástica, o nº de ciclos é mais importante que a intensidade do estímulo. V F.
15. O tecido ósseo não é influenciado pelas mioquinas. V F.
16. Basta uma sessão de treino de força para melhorar a sensibilidade à insulina. V F.
17. A contração muscular diminui a ativação do AMPK, promovendo a oxidação dos lípidos. V F.
18. A variação entre pares de gémeos é maior que a variação intra pares. V F.
19. A variação entre pares de gémeos é 3 vezes superior do que a variação intra pares. V F.
21. A componente vertical da equação de andar é 0,9ml/O2/kg. V F.
22. Por cada m/min na horizontal despende-se 1.8ml/O2/kg. V F.
23. Num cicloergómetro existem as componentes vertical e horizontal. V F.
24. Os beta-bloqueantes induzem uma cronotropia negativa durante o esforço. V F.
25. Às pessoas com uma PA Sistólica de 150mmHg não deve ser prescrito qualquer tipo de exercício. V F.
26. Em pessoas com risco de osteoporose recomendam-se exercícios que envolvam a ação de saltar. V F.
27. Para o mesmo DE, exercício com maior intensidade não promove mais adaptações, comparando com exercício com menor intensidade. V F.
29. Em pessoas com doença oncológica o trabalho de força poderá ser prescrito entre 60-70% 1RM. V F.
30. O trabalho de flexibilidade não deve ser prescrito a pessoas com doenças oncológicas. V F.
31. Em pessoas com diabetes tipo II a regularidade do exercício é importantes. V F.
32. O exercício intervalado de alta intensidade estimula a biogénese mitocondrial. V F.
33. O Ca+ está associado ao mecanismo específico do exercício para o aumento da GLUT4 e respetiva … para a membrana. V F.
34. O exercício exacerba a miopatia diabética. V F.
35. O exercício aeróbio e o exercício de força têm um efeito seletivo na AKT e PGC-1alfa, respetivamente. V F.
36. O aumento da expressão do RNAm acorre alguns minutos/horas após o exercício. V F.
37. O efeito de atenuação do reino concorrente acontece essencialmente em pessoas mais treinadas. V F.
38. O exercício com redução das reservas de glicogénio aumenta a expressão do RNAm do PGC1alfa. V F.
39. O exercício aeróbio de intensidade moderada após o treino de força, atenua o AMT e a síntese proteica. V F.
40. O treino de força após o treino aeróbio, aumenta ainda mais o PCG1alfa. V F.
41. Impulsos por minuto representam uma medida de Duraçao Intensidade Volume Nenhuma das anteriores.
42. A prática de AF de int. moderada, reduz o desenvolvimento da síndrome metabólica em cerca de 5,8% 10,3% 15,5% 37,1%.
43. Mulheres com 60-80anos que praticam exercício evidenciam ganhos de densidade mineral óssea em cerca 5-8% 16-19% 26-34% Já não conseguem aumentar os seus valores de DMO nestas idades.
44. A expressão de mTORC1 encontra-se especialmente aumentada A) após treino de elevado strees mecânico B) após treino de elevado strees metabólico C) com toma de suplementação proteíca D) opções b) e c) estão corretas.
45. A PA resulta do produto entre DC e resistência periférica volume sistólico eFC DC e FC volume sistólico e resistência periférica.
46. É contraindicada a realização de prova de esforço, quando A) PAD é superior a 100mmHg B) PAS é superior a 200mmHg C) a) e b) estão erradas D) a) e b) estão certas.
47. O pico de massa óssea ocorre perto dos A) 12-15anos B) 20-25 anos C) 30-35 anos D) Nenhuma das anteriores.
48. Para otimizar o processo de manutenção do peso, recomenda-se que as pessoas realizem pelo menos _______min/sem. 140 150 130.
49. As componentes relacionadas com as capacidades que compõe a aptidão física são: agilidade, ___________, equilíbrio, _________, tempo de reação e velocidade. Froça/Resistencia Força/Flexibilidade Flexibilidade/Resistencia.
50. A predisposição genética para o aumento do IMC e da obesidade é atenuado em cerca de____% com a adoção de um estilo de vida ativo 30% 50% 40%.
51. Genericamente, definem-se 2 tipo de hipertensão: ___________e___________. Estádio 1 e Estádio 2 Tipo A e tipo B Nemunha é correcta.
52. A medição da PA deverá seguir alguns pressupostos, nomeadamente evitar o consumo de tabaco e cafeína, ___minutos antes do procedimento. 60 minutos 30 minutos 180 minutos.
53. O aumento da expressão dos________ no músculo esquelético é um dos mecanismos que explica o papel do exercício na melhoria da sensibilidade à insulina Glut3 Glut 4 Glut 1.
54. A influência da aptidão cardiorrespiratória no desenvolvimento de diabetes Tipo 2 parece ser mais marcada a partir dos____anos 50 30 40.
Une coa sua PA correspondente Pré-hipertensão Hipertensão Grau 1 Hipertensão Grau 2 Hipertensão Grau 3 Valor Normal Valor Otimal.
1. O exercício deve ser sempre adiado se a PAS em repouso for >150mmHg. Verdadeiro Falso.
2. O treino isométrico pode fornecer a subida da PAD em esforço em pessoas hipertensas controlados farmacologicamente. Verdadeiro Falso.
3. Respostas hipoglicémicas ao esforço podem ocorrer nas 12h seguintes à sessão de exercício Verdadeiro Falso.
4. A adaptação metabólica, que pode ocorrer na presença de restrição energética, parece estar relacionado com a diminuição da leptina e da função tiródica. Verdadeiro Falso.
5. Num programa de exercício desenvolvido para pessoas sedentárias aparentemente saudáveis, o treino de resistência aeróbia deve iniciar-se pelo método de treino por intervalos devendo ser sucedido pelo treino contínuo. Verdadeiro Falso.
6. A magnitude da restrição alimentar não parece influenciar a composição do peso perdido. Verdadeiro Falso.
7. O limiar anaeróbio ventilatório constitui-se como o indicador que determina o início da zona de treino da capacidade aeróbia de base. Verdadeiro Falso.
8. Em adolescentes, o treino aeróbio de intensidade moderada deve ser realizado pelo menos 2x/sem. V F.
9. Na fase rápida da perda de peso, a densidade energética do peso perdido é menor porque existe maior contributo da MIG. V F.
10. Uma das adaptações crónicas ao treino de força é o aumento da taxa metabólica de repouso. V F.
11. A utilização da % da FCmax facilita a personalização da prescrição do exercício de resistência aeróbia. v f.
12. Na presença de retinopatia diabética, as pessoas com diabetes tipoII podem realizar atividades físicas com impacto. V F.
13. A equação que melhor estima a FCmax em adultos pode ser definida por 206-0.8*idade. V F.
14. As crianças devem realizar, pelo menos, 45min de atividade física moderada a vigorosa, incluindo exercícios de fortalecimento muscular. V F.
15. O exercício aeróbio de alta intensidade pode atenuar a perda de MIG, na presença de restrição alimentar. V F.
16. Pessoas hipertensas controladas farmacologicamente têm resposta hipertensiva ao esforço. V F.
17. O treino contínuo variado pode ser utilizado em pessoas sedentárias aparentemente saudáveis para desenvolver a capacidade aeróbia máxima. V F.
18. Em pessoas com diabetes tipo II previamente sedentários, o treino de força resistente encontra-se contraindicado. V F.
19. Pessoas com diabetes não devem iniciar o exercício se a sua glicemia for < a 135mg/dL. v f.
20. O treino de força promove a subida de PAS e PAD durante o esfoço. v f.
21. Na presença de restrição energética, o treino de foça não é a melhor opção para atenuar a perda de MIG. V F.
22. Em pessoas com hipertensão arterial, os beta-bloqueantes promovem uma subida da FC e da PAS durante o esforço. V F.
23. O treino de força em crianças, sobretudo antes do salto pubertário, é contra-indicado V F.
24. No quadro da diabetes, o treino de resistência aeróbia deve ser realizado entre 3 a 7 dias/sem. V F.
25. A determinação da zona da compensação respiratória é relevante para a definição dos métodos de treino da resistência que devem ser prescritos. V F.
26. Em pessoas com diabetes tipo II, a manobra de Valsalva promove uma subida da glicémia em esforço. V F.
27. Pessoas com menor MG inicial, tendem a apresentar um menor contributo da MIG na perda de peso face a pessoas com mais MG inicial. v f.
28. Numa pessoa com hipertensão arterial, o programa de exercício aeróbio pode ser iniciado com int. moderadas (>65% da reserva cardíaca). V F.
29. Em pessoas com excesso de peso, o treino de força deve ser realizado pelo menos 1x/sem. v f.
30. Num programa de exercício para um adulto aparentemente saudável, que inclua o treino da resistência aeróbia: o método de treino por intervalos adapta-se melhor quando se pretende aumentar a duração da sessão de treino o treino contínuo uniforme encontra-se indicado para aumentar a carga externa onde se manifesta a compensação respiratória o volume deve, numa fase inicial, ser >250min/sem de intensidade moderada nenhuma das anteriores.
31. Nos modelos tradicionais assume-se que a densidade da perda de peso é constante, ao longo do tempo. Isto é, por cada Kg de peso perdido é sempre necessário criar um défice de energia de ~7700Kcal. No entanto, os modelos dinâmicos mostram que esta assunção não é válida porque: a) Não tem consideração a adaptação metabólica que pode acontecer num processo de perda de peso b) considera que existem duas fases distintas na perda de peso c) nem todo o peso perdido advém da perda de tecido adiposo d) as alíneas a) e c) estão corretas.
1. As recomendações semanais de volume aeróbio em indivíduos adultos equivalem à realização de pelo menos 7500 passos por semana V F.
2. Dependendo do exercício prescrito, pode ser possível aumentar a massa magra na presença de restrição energética. V F.
3. A utilização da % da FCreserva facilita a personalização da prescrição do exercício de resistência aeróbia V F.
4. A intensidade vigorosa de exercício aeróbio pode ser definida acima de 70% da reserva cardíaca 60% da reserva cardíaca 55% da reserva cardíaca 65% da reserva cardíaca.
5. O treino de resistência aeróbia por intervalos pode ser prescrito a utentes de risco baixo a moderado v f.
6. O treino de força utilizando cargas elevadas e exercícios realizados acima da cabeça favorece a elevação da pressão arterial em utentes hipertensos v f.
7. Em indivíduos com diabetes tipo II, o treino de força deve ser realizado com um máximo de 48h de intervalo v f.
8. A magnitude da restrição alimentar influência a composição do peso perdido v f.
9. Em pessoas idosas de risco baixo, o exercício aeróbio pode ser iniciado com intensidades moderadas (acima de 65% da Reserva Cardíaca) v f.
10. Os beta-bloqueantes promovem uma descida da frequência cardíaca durante o esforço v f.
11. O treino intervalado de alta intensidade favorece o metabolismo das células beta do pâncreas V F.
12. O treino de força promove uma elevação da PAS e da PAD, mesmo em indivíduos normotensos V F.
13. Utentes hipertensos com diabetes deverão realizar prova de esforço prévia ao início de um programa de exercício que inclua atividades físicas aeróbias de intensidade vigorosa V F.
14. É falso afirmar sobre o PGC-1 alfa Promove a remodelação do tecido muscular num perfil mais oxidativo Associa-se de forma inversa a alguns marcadores de obesidade e diabetes Associa-se de forma direta à sintese proteica promovendo processos de hipetrofia muscular Promove a biogénese mitocondrial.
15. Em utentes hipertensos, o treino aeróbio deve ser realizado 5 a 7 dias por semana, podendo assumir intensidade vigorosa sem necessidade de realização de prova de esforço prévia V F.
16. O treino funcional de alta intensidade pode promover uma melhoria do consumo máximo de oxigénio e do conteúdo mineral ósseo V F.
17. Independentemente do grau de restrição energética, o exercício evita sempre qualquer perda de massa magra. V F.
18. O exercício deve ser sempre adiado se a PAS em repouso for superior a 130 mmHg V F.
19. O treino de taxa de produção de força, com cargas entre os 6 e os 12 RM, encontra-se aconselhado a pessoas idosas com risco moderado V F.
20. Realizar treino de força após o treino de resistência aeróbia não limita a hipertrofia muscular V F.
21. Em utentes com obesidade ou diabetes mellitus tipo II o exercício promove a. A descida do quociente respiratório em período pós-absortivo b. A subida do quociente respiratório em período pós-prandial c) a y b son correctas d. A alteração do quociente respiratório, reduzindo-o no pós-absortivo e pós-prandial.
22. O treino de resistência aeróbia deve ser realizado entre 2 a 4 dias por semana indivíduos diabéticos v f.
23. Na fase rápida da perda de peso, a densidade energética do peso perdido é maior porque existe maior contributo da massa gorda por cada kg de peso perdido. v f.
24. Recomenda-se a manutenção do alongamento entre 60 a 90 segundos em utentes adultos v f.
25. A determinação da zona da compensação respiratória é relevante para a definição dos métodos de treino da resistência que devem ser prescritos v f.
26. Em indivíduos adultos aparentemente saudáveis recomenda-se um volume semanal de exercício aeróbio de 500 a 1000 MET-min v f.
27. O PGC1-alfa estimula a biossíntese mitocondrial e a angiogénese. a. Verdadeiro b. Falso.
28. O exercício aeróbio realizado após o treino de força pode atenuar ligeiramente as cascatas fisológicas responsáveis pelo processo de crescimento muscular v f.
29. Um indivíduo diabético tipo 1 pode iniciar o exercício se a sua glicémia for superior a 95 mg/dL v f.
30. Consideram-se atividades de alto impacto as que promovem forças de impacto no solo superiores a 2.5 vezes o peso do próprio corpo v f.
31. Num programa de exercício desenvolvido para indivíduos sedentários aparentemente saudáveis, o treino de resistência aeróbia deve iniciar-se pelo método de treino por intervalos devendo depois ser sucedido pelo treino continuo variado v f.
32. O exercício promove a reversão da inflexibilidade metabólica, favorecendo a utilização de lípidos em repouso v f.
33. O treino de flexibilidade em adultos aparentemente saudáveis deverá ser incluído no programa de treino pelo menos 1 dia por semana v f.
34. Indivíduos diabéticos não devem iniciar a sessão de exercício se a glicemia pré-esforço for inferior a 100 mg/dL v f.
35. O treino de resistência aeróbia desenvolvido na zona da FCmax melhora a potência aeróbia v f.
36. Podem ser considerados como sintomas de hipoglicémia decorrente da realização de uma sessão de exercício a. Irritabilidade e agressividade b. Sede constante e intensa c. Suor excessivo e fraqueza d. Poliúria.
37. Após a realização de uma sessão de exercício em utentes diabéticos Tipo 1, o risco de hipoglicémia mantém-se até 24h v f.
38. Em utentes com osteoporose recomenda-se a realização de exercícios de alongamento dinâmico com períodos de duração entre os 10 e os 20 segundos v f.
39. Durante um programa de exercício desenvolvido para utentes diabéticos tipo II . A intensidade deve ser monitorizada dado o risco acrescido de enfarte silencioso b. Todas as apresentadas c. Doentes com neuropatias periféricas significativas não devem realizar exercícios com impacto d. Podem iniciar a atividade se a glicémia for superior a 100 mg/dL.
40. A hipoglicemia pode ser definida por valores inferiores a 80 mg/dL v f.
41. O treino intervalado de alta intensidade utiliza o princípio de realização do maior número de repetições até à exaustão Verdadeiro Falso.
42. Como resposta à perda de peso, indique qual a afirmação mais correta na definição de adaptação termogénica na componente de repouso Redução da taxa metabólica de repouso menor do que esperada face às alterações observadas na composição corporal Todas as alíneas estão incorretas Redução da taxa metabólica de repouso maior do que esperada face às alterações observadas na composição corporal Redução da taxa metabólica de repouso proporcional às alterações observadas na composição corporal.
43. Atividades aeróbias de intensidade moderada, com duração de pelo menos 45 minutos, devem ser desenvolvidas pelas crianças em pelo menos 2 dias da semana V F.
44. Em pessoas idosas o treino neuromotor e de flexibilidade deve ser incluído como parte integrante de um programa de treino completo V F.
45. As crianças devem realizar, pelo menos, 30 a 40 minutos de atividade moderada a vigorosa, incluindo exercícios de fortalecimento muscular e de fortalecimento ósseo V F.
46. Períodos de exercício aeróbio de pelo menos 10 minutos podem apresentar benefícios significativos em indivíduos com reduzida aptidão cardiorrespiratória V F.
47. Indivíduos hipertensos nem sempre apresentam resposta hipertensiva ao esforço V F.
48. O treino de força encontra-se contra-indicado em crianças antes do salto pubertário V F.
49. É correto afirmar que O treino de potência aeróbia deve suceder ao treino de melhoria da capacidade aeróbia Os exercícios de força para os membros superiores apresentam vantagens no controlo da pressão arterial O local de administração da insulina deve coincidir com os grupos musculares trabalhados durante a sessão de exercício O treino de força deve ser incluído pelo menos 1 vez por semana num programa de exercício para adultos.
50. Diabéticos com retinopatias proliferativas severas poderão realizar exercício com intensidades que impliquem elevações da PAS acima de 210 mmHg v f.
51. A manobra de Valsalva pode atenuar a subida da PAS em indivíduos diabéticos V F.
52. Em processos de perda de peso através de restrição alimentar, quem tem menor massa gorda inicial tende a apresentar um maior contributo de massa magra por cada kg de peso perdido, face a quem tem mais massa gorda inicial. v f.
1. O trabalho com cargas adicionais não altera o perfil lipoproteico. V F.
2. O exercício com cargas adicionais tem um afeito aterogénico < ao exercício aeróbio. V F.
3. Há uma relação direta entre massa corporal envolvida e a redução da PA. V F.
1. O treino de resistência aeróbia de intensidade moderada (acima dos 60% da reserva cardíaca) deverá ser prescrito pelo menos 3 dias por semana, com uma duração mínima de 30 minutos por sessão, em adultos aparentemente saudáveis V F.
2. No adulto aparentemente saudável, o treino de resistência aeróbia de intensidade moderada (acima dos 70% da FC Reserva) deverá ser prescrito pelo menos 5 dias por semana, com uma duração mínima de 45 minutos por sessão V F.
3. No adulto aparentemente saudável, o treino de resistência aeróbia de INT vigorosa acima dos 80% (75%) FC máxima deverá ser prescrito pelo menos 4 (3) dias/semana, com uma duração mínima de 30 (20) min/sessão V F.
4. Um utente aparentemente saudável deverá desenvolver o treino de resistência aeróbia de intensidade vigorosa (acima de 3 METs), no mínimo 4 dias por semana, 20 a 30 minutos por sessão V F.
5. Em termos de progressão do treino de força, adultos aparentemente saudáveis deverão primeiro aumentar o número de repetições realizadas em detrimento da carga e do número de séries de cada exercício V F.
6. Adultos aparentemente saudáveis com idades superiores a 50 anos deverão, em pelo menos 3 dias da semana, realizar 6 a 8 exercícios de treino com cargas adicionais e 6 a 12 repetições por exercício V F.
7. Adultos aparentemente saudáveis com idades inferiores a 50 anos deverão, em pelo menos 2 dias da semana, realizar 6 a 8 exercícios de treino com cargas adicionais, colocando especial enfoque nos grandes grupos musculares efetuando pelo menos 12 a 15 reps por exercício V F.
1. Num indivíduo previamente sedentário, as principais adaptações, decorrentes do treino de força, em termos de coordenação neuromuscular ocorrem nas primeiras 6 a 8 semanas de treino regular V F.
2. Um utente sedentário aparentemente saudável deverá, numa fase inicial, desenvolver um programa de treino com cargas adicionais com uma intensidade de cerca de 50% de repetição máxima V F.
3. Num utente sedentário sem comorbilidades associadas, do ponto de vista da sua inclusão num programa de exercício, o treino de resistência aeróbia realizado em regime contínuo variado deve suceder cronologicamente o treino intervalado extensivo V F.
4. Do ponto de vista da sua inclusão num programa de exerc., indivíduos sedentários sem comorbilidades associadas deverão iniciar o treino de resistência aeróbia em regime intervalado extensivo devendo depois evoluir para o treino contínuo variado V F.
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