2º mini test ciac
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![]() 2º mini test ciac Descripción: más preguntas |



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A opção pela colocação d e placas na face medial d o úmero quando as fraturas se situam a o nível d o 1/3 distal da sua diáfise deve-se. ao facto de ser possível colocar a placa até uma localização mais distal se encostada ao côndilo medial quando comparado com o côndilo lateral. ao facto desta face a este nível ser praticamente há duas opções corretas nesta questão plana e se adequar melhor ao formato das placas. opto por não responder a esta questão. devidoà ausência de estruturas nervosas ou vasculares críticas nesta região. Na estabilização de fraturas da sinfise mandibular em gatos utiliza-se com frequência. fixadores esqueléticos externos bilaterais. opto por não responder a esta questão. arame interfragmentário em redor das duas mandibulas distais. tratamento conservador (sem intervenção cirúrgica). placa bloqueada para garantir correta ossificação. Na estabilização desta fratura diafisária altamente cominutiva do úmero aplicaria preferencialmente. fixador externo tipo lla. cavilha intramedular de Steinmann associada a placa em posicionamento na face medial. uma placa e m posicionamento na sua face lateral. Opto por não responder a esta questão. uma cavilha intramedular isolada. Para conseguir um apoio prematuro de carga nesta fratura da escápula num cão. duas opções estão corretas. deve estabilizar-se apenas com uma banda d etensão na espinha da escâpula. deve estabilizar-se com placa e parafusos colocados em 45° entre o corpo e a espinha e/ou no bordo caudal da escápula. deve estabilizar-se com arames ortopédicos a unir os segmentos proximal e distal da fratura. opto por não responder a esta questão. Quando se aplica uma placa óssea convencional em função de posicionamento numa fratura altamente cominutiva, os parafusos ósseos que se aplicam para fixar esta placa ao osso long. estão colocados em função de compressão (lag). devem ancorar-se no mínimo em 8 corticais de cada lado da fratura. esta questão tem duas opções corretas. estão colocados em função de neutralização/posicionamento. opto por não responder a esta pergunta. Uma característica que distingue a placa bloqueada das placas convencionais é. não ser necessário realizar uma moldagem perfeita d a placa a o osso. opto por não responder a esta pergunta. não fornecer tanta resistência ao "pullout" em animais jovens ou em ossos osteoporóticos. necessitar de um maior número de parafusos para garantir estabilidade da fratura. permitir u m perfeito contacto entre a placa e o osso. As má-uniões de fraturas ósseas. opto por não responder a esta pergunta. São diagnosticadas por radiografia, quando se verifica a não ocorrência de ligação entre os fragmentos ósseos. Quando resultam em desvio por translação podem não afetar gravemente a função do membro. Quando provocam angulação em varus ou valgus tem pouco impacto na funcionalidade d o membro e não necessitam d e osteotomia correctiva. há duas opções corretas nesta questão. Para aumentar a resistência às forças de dobragem numa fratura cominutiva não redutível, uma placa de osteossíntese pode ser associada a. H á duas opções corretas nesta questão. uma banda de tensão. uma ou várias cerclagens circunferenciais. uma cavilha intramedular. opto por não responder a esta pergunta. Para aplicação de um parafuso 3.5 através de uma placa que se pretende que exerça apenas uma função de posicionamento deve. é indiferente o tamanho da broca desde que se utilize uma guia compressiva DC. opto por não responder a esta pergunta. realizar-se um orifícios com uma broca 3.5mm na cortical proximal e com uma broca de 2.5mm na cortical oposta. realizar-se o seu orifício apenas com uma broca 2.5mm. realizar-se o seu orifício apenas com uma broca 3.5mm. Nesta fratura proximal d e úmero. deve realizar-se estabilização com placa bloqueada na face medial. opto por não responder a esta pergunta. deve realizar-se estabilização com fixadores esqueléticos externos. deve realizar-se estabilização com agulhas de Kirshner e banda de tensão. deve realizar-se estabilização com cavilha intramedular. O que entende por abordagem MIPO?. opto por não responder a esta questão. Aplicação percutânea de fixador externo sem acesso cirúrgico. Compressão interfragmentária pela utilização de placa DCP. Abordagem de mínima invasão com placa de osteossintese. Aplicação percutânea d e cavilha intramedular por via normógrada. Uma placa óssea deve ser sempre que possível aplicada na face d e tensão d e um osso longo. porque o acesso cirúrgico é mais fácil. porque nesta face h á maior irrigação periosteal. para evitar falência do implante face às forças de rotação ao longo do eixo mecânico. para evitar falência do implante face às forças de dobragem. As fraturas de escápula em animais de companhia. duas das opções estão corretas. se do colo da escápula poderão ser estabilizadas com cavilhas cruzadas ou placas ósseas em forma de "L" e necessitam de acesso cirúrgico com osteotomia do acrómio. se do corpo da escápula poderão ser estabilizadas com arames ortopédicos ou placas ósseas dependendo da necessidade de mobilização precoce do membro. nunca podem ser tratadas de forma conservativa. opto por não responder a esta questão. As placas ósseas em função d e posicionamento. não anulam as forças axiais que s e exercem sobre um osso longo. exercem compressão n o foco d e fratura permitindo assim cicatrização por primeira intenção. são tipicamente utilizadas em fraturas simples o u cominutivas redutiveis. anulam as forças d e rotação ou dobragem, quando corretamente aplicadas sobre a face d e tensão d o osso. Uma placa DCP aplicada em função d e compressão dinâmica deve ser aplicada. e m fraturas diafisárias oblíquas desde que seja colocado um parafuso lag na linha de fratura. em fraturas a nível d a placa d e crescimento. em fraturas simples e transversas. em fraturas cominutivas não redutiveis. opto por não responder a esta pergunta. |




