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3º test CIAC

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3º test CIAC

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Fecha de Creación: 2026/10/21

Categoría: Otros

Número Preguntas: 31

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O flap miocutâneo do Músculo latissimos dorsi: O flap combina músculo e pele, tornando-o útil para defeitos grandes dimensões. É um flap cutâneo que permite para fechar uma variedade de defeitos por rotação. A sua maior espessura reduz-lhe flexibilidade e elasticidade, tornando-o menos adaptável. Esta questão tem duas opções corretas.

Os enxertos de pele livre de espessura total. Permitem um crescimento de pelo tão denso, comparativamente com enxertos pediculados. São com frequência alo-enxertos. São compostos por epiderme e quantidade variável de derme. Não possuem grande probabilidade de exsudação.

Nas queimaduras químicas. Pode conduzir a alterações sistémicas graves. É essencial o uso de colar isabelino. Podem exigir um desbridamento cirúrgico. Esta questão tem todas as opções corretas.

Em relação ao excesso de pele: A ritidectomia palpebral é uma técnica cirúrgica com bons resultados na resolução do entrópio. Esta questão tem duas opções corretas. Podem causar infeções recorrentes de trato génito-urinário. A sua remoção cirúrgica está recomendada em qualquer idade.

As Principais vantagens do tratamento de feridas com pressão negativa são. Promover a formação de tecido de granulação. Promover um maior aporte sanguíneo à região afetada. Promover proteção e um ambiente húmido à ferida. Todas as respostas estão corretas.

O flap de modelo axial omocervical. Permite recobrir defeitos de pele, de grandes dimensões da região do cotovelo. Incorpora a Artéria e Veia omocervical, que se ramifica caudalmente em direção à escapula. Permite recobrir defeitos de pele de grandes dimensões das regiões do pescoço e ombro. Esta questão tem duas opções corretas.

As queimaduras: Exigem sempre a realização de enxertos de pele. Apresentam uma zona de transição onde é lesão é sempre irreversível. De 2° grau podem evoluir para uma queimadura de 3° grau. De 3° grau estendem-se para além das estruturas da pele.

A técnica cirúrgica que se observa neste modelo ósseo: Tem o mesmo resultado anatómico e funcional que a osteotomia dinâmica oblíqua da ulna. Denomina-se de Proximal Abducting Ulnar Osteotomy (Osteotomia Ulnar Abdutora Proximal). Tem por objetivo aliviar a pressão que existe sobre o côndilo medial em casos de síndrome de compartimento medial. Esta questão tem duas opções corretas.

A técnica cirúrgica que se observa neste modelo ósseo: Tem o mesmo resultado anatómico e funcional que a osteotomia dinâmica oblíqua da ulna. Denomina-se de Proximal Abducting Ulnar Osteotomy (Osteotomia Ulnar Abdutora Proximal). Tem por objetivo aliviar a pressão que existe sobre o côndilo medial em casos de síndrome de compartimento medial. Esta questão tem duas opções corretas.

Nas imagens A, B e C observam-se tomografias do cotovelo de cão realizadas no plano esquematizado na imagem D: Podemos concluir que estas imagens mostram casos clínicos de Doença do Processo Coronóide Medial. Esta questão não tem nenhuma opção correta. Podemos concluir que estas imagens mostram casos clínicos de Osteocondrite Dissecante do Côndilo Medial Umeral. Podemos concluir que estas imagens mostram casos clínicos de Não-união do Processo Ancóneo.

A técnica cirúrgica que se observa neste modelo ósseo: Tem o mesmo resultado anatómico e funcional que a osteotomia dinâmica oblíqua da ulna. Denomina-se de Proximal Abducting Ulnar Osteotomy (Osteotomia Ulnar Abdutora Proximal). Tem por objetivo aliviar a pressão que existe sobre o côndilo medial em casos de síndrome de compartimento medial. Esta questão tem duas opções corretas.

A patologia que se observa nestas radiografias: É uma das doenças ortopédicas mais comum nos cães de raça Pastor Alemão e Dogue Alemão. Por norma, só mostra sinais clínicos a partir dos 18 meses de idade do animal, altura em que termina o crescimento esquelético. Opto por não responder a esta questão. Pode ter como etiologia um encurtamento do rádio relativamente à ulna. Designa-se de doença do processo coronóide medial.

A lesão visível neste cotovelo (seta): Quando no cotovelo, ocorre mais frequentemente no processo coronóide da ulna. Designa-se como não-união do processo ancóneo. Opto por não responder a esta questão. Designa-se de osteocondrite dissecante ou osteocondrose articular. Quando no cotovelo, ocorre mais frequentemente no zona lateral do côndilo umeral.

A redução manual de uma luxação de cotovelo: Por norma é de fácil execução não necessária a sedação ou inconsciência do animal. Não é eficaz para o tratamento já que raramente se obtém estabilidade da articulação. Deve ser realizada após um período de 1 semana de imobilização e tratamento anti-inflamatório, de forma a ser mais fácil a sua execução. Deve ser sempre realizada, mesmo nos casos que serão sujeitos a cirurgia de reconstrução dos ligamentos colaterais.

A osteotomia dinâmica bi-oblíqua da ulna proximal: É uma opção para o tratamento da incongruência do cotovelo tanto em casos de rádio curto como os casos de ulna curta. Necessita de ser estabilizada com implantes ortopédicos bloqueados para que ocorra o processo de cicatrização da ulna. É realizada na diáfise proximal da ulna, proximalmente ao ligamento interósseo. Esta questão tem duas opções corretas.

Na luxação visível nesta imagem. Devemos tentar a redução manual iniciando pela redução do processo ancóneo da ulna. Quando se consegue realizar uma redução fechada deve ser imobilizado o cotovelo em extensão por 10 a 14 dias. Sabemos que há rotura do ligamento colateral lateral se a pronação após a redução é inferior a 70°. Há duas das hipóteses corretas nesta questão.

A luxação traumática do cotovelo: Implica necessariamente a ocorrência de rutura dos ligamentos colaterais. O radio e cubito luxam-se lateralmente na maior parte dos casos. O tratamento anti-inflamatório sem redução pode resultar em muitos dos casos afetados. Devemos imobilizar o cotovelo em flexão adiar a redução fechada durante alguns dias. Duas das hipóteses anteriores está correta.

Para a redução fechada de uma luxação do cotovelo devemos. Reduzir o radio e só depois reduzir processo ancóneo com supinação. Reduzir o processo ancóneo e só depois reduzir o rádio com pronação. Evitar a anestesia geral ou sedação profunda para não deprimir o animal. Reduzir o rádio e só depois reduzir processo ancóneo com pronação. Nenhuma das hipóteses anteriores está correta.

A não união do processo ancóneo: Afeta mais frequentemente as raças grandes (ex: Pastor Alemão). Torna-se visível ao RX a partir dos 9 meses de idade. Pode resultar de uma ulna mais comprida que o radio. Tem como etiologia um excesso de carga sobre o processo coronoide medial. Duas das hipóteses anteriores estão certas.

A osteotomia bi-obliqua do processo coronoide: Pode realizar-se em situações de sobrecarga de força sobre o processo coronoide. É realizada na unha distal, próximo ao processo estiloide. Pode utilizar-se em situações de sobrecarga de força sobre o processo ancóneo. Deve ser estabilizada com placa e parafusos ou agulha e banda de tensão. Duas das hipóteses anteriores estão certas.

A fragmentação do processo coronóide. Evolui assintomaticamente na maior parte dos casos. É visível ao RX partir dos dois meses de idade. Pode estar associada a encurtamento da ulna com sobrecarga sobre o rádio. Pode estar associada a encurtamento do rádio.

Na osteocondrite dissecante do cotovelo a lesão situa-se tipicamente. Na zona caudal da cabeça do úmero. No côndilo lateral do úmero. No processo coronoide da ulna. No processo ancóneo da ulna. Nenhuma das hipóteses anteriores está certa.

Na luxação traumática do cotovelo: O membro é imobilizado em flexão por 10 a 14 dias com uma ligadura de Velpeuau. A radiografia e desnecessária porque a palpação é suficiente para caracterizar a lesão. O membro é imobilizado em extensão por 10 a 14 dias com um suporte lateral. A projeção radiográfica lateral é a mais importante para o diagnóstico.

No diagnóstico radiográfico da não-união do processo ancóneo: Realizamos a projeção radiográfica antero-posterior do cotovelo. Realizamos a projeção radiográfica lateromedial em extensão do cotovelo. Realizamos a projeção radiográfica antero-posterior do cotovelo com ligeira rotação interna. Realizamos a projeção radiográfica médio-lateral em flexão do cotovelo. Realizamos a projeção radiográfica latero-medial em flexão do cotovelo.

Ao avaliar a estabilidade do cotovelo após luxação, sabemos que: A pronação normal do antebraço deve ser de 80º. A supinação do antebraço de 70º indica rutura do ligamento colateral lateral. A pronação do antebraço de 40º indica rutura do ligamento colateral media. A supinação do antebraço de 140º indica rutura do ligamento colateral lateral. Duas das hipóteses anteriores estão certas.

Acerca da osteocondrite dissecante do cotovelo: A lesão não pode ser tratada através de artroscopia. A lesão situa-se na zona caudal da cabeça do úmero. A abordagem cirúrgica faz-se pela face lateral do cotovelo. É possível estar associada a fragmentação do processo coronoide. Duas das hipóteses anteriores estão certas.

A luxação traumática do cotovelo: Nem sempre está associada a rutura dos ligamentos colaterais. O rádio e cubito luxam-se medialmente na maior parte dos cas. O tx anti-inflamatório sem redução pode resultar em muitos casos. Após a redução devemos imobilizar o cotovelo em extensão. Duas das anteriores.

Para a redução fechada de uma luxação do cotovelo devemos. Reduzir o radio e só depois o processo ancóneo com supinação. Reduzir o processo ancóneo e só depois o radio com o cotovelo em 100º. Evitar a anestesia geral ou sedação para não deprimir o animal. Reduzir o radio e só depois o processo ancóneo em pronação. Esperar cerca de 4 a 4 dias de forma a diminuir o edema dos tecidos moles envolventes.

A NUPA: É comum em raças de pequeno porte. Torna-se visível a rx a partir dos 9 meses. Pode resultar de um rádio mais comprido que a ulna. Nenhuma correta. Tem como etiologia um excesso de carga sobre o processo coronoide medial.

A osteotomia bi-oblíqua da ulna: Não se aplica em situações de lesão do processo coronoide. É realizada na diáfise ulnar, distalmente ao cotovelo. Não se utiliza em situações de sobrecarga de força sobre o processo ancóneo. Deve ser sempre estabilizada com placa e parafusos ou agulha e banda de tensão. É o tx de eleição para síndrome do compartimento medial.

. Na FPC enfermedad del proceso coroniode medial. O dx faz-se sempre pela visualização de rx do processo coronóide fragmentado. Existem normalmente sinais radiográficos de lesão articular degenerativa. O tx cirúrgico permite a recuperação total com ausência de lesão degenerativa. É uma doença articular mais frequente em raças condrodistróficas. A confirmação obtém-se apenas por atroscopia.

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