Bate vento

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Título del test:
Bate vento

Descripción:
snakeass1

Autor:
vida dificil
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Fecha de Creación:
28/06/2019

Categoría:
Psicotécnicos
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Manobra de lançar uma âncora ao fundo para com ela manter o navio seguro por meio de sua amarra. FUNDEAR O NAVIO DOCAR O NAVIO RONDAR O NAVIO AMARRAR O NAVIO ENCEPAR O NAVIO .
Deveres do Mestre quando o navio demandar o fundeadouro Informar-se do Comando que ferro deve ficar pronto; isso é particularmente importante nos navios que possuem apenas um cabrestante, pois a manobra de desabraçar uma das amarras da coroa e passar a outra demora alguns minutos; Pedir energia para a Máquina de Suspender; Fazer com que os operadores da patola, máquina de suspender e do freio mecânico guarneçam seus postos usando luvas, capacetes e óculos de proteção; Preparar o ferro indicado, com a respectiva boia do arinque Certifica-se de que o ferro não está preso no escovém, caso em que será necessário abrir o mordente, engrazar a máquina de suspender, desaboçar a amarra, abrir o freio mecânico e virar a máquina o suficiente apenas para arriar dois ou três elos da amarra. Logo após, aboçar-se e passa-se o freio mecânico; Deixar prontos pau de surriola, lancha e escada de portaló Contramestre deixar a lancha a meia talha Retirar o mordente da amarra Escala um vigia .
Largar o ferro por uma das boças da amarra 1ª fase - Ao toque de Postos de fundear Informar-se do comando a quantidade de quartéis (contagem ao lume d’água ou na gateira), natureza do fundo e profundidade local; Guarnecer o arinque com sua respectiva boia para ser lançado; Certificar-se de que a máquina de suspender está desengrazada e o freio mecânico apertado; Soltar todas as boças da amarra, menos uma a mais próxima do escovem Dar a voz de “ferro pronto”. Preparar a boia do arinque Solicitar que alimente a maquina de suspender e fundear .
Quem é o responsável que deve deixar a lancha a meia talha quando o navio estiver demandando o fundeadouro. Contramestre Ega Mestre Encarregado da primeira divisão Encarregado da segunda divisão.
Como pode ser feita a manobra de fundear o navio. Por freio mecanico e por uma das boças da amarra Por freio mecanico e pelo mordente Pelo mordente e por uma das boças da amarra Pelo ferro e pelo mordente Pela amarra e pelo ferro.
Em quantas fases se divide a faina de largar o ferro por uma das boças 4 fases 2 fases 5 fases 6 fases 3 fases .
Quais são as duas maneiras de largar o ferro Por uma das boças da amarra e pelo freio mecânico Pelo freio mecânico e pelo mordente Pelo freio eletrico e por uma das boças da amarra Pelo mordente e pela gateira Pelo cabrestante e pelo freio magnetico.
Largar o ferro por uma das boças da amarra 2ª fase - A ordem de atenção para largar o ferro 1 Ordenar para que todo o pessoal fique safo da amarra; 2 O operador da patola, guarnecido com marreta, luvas, capacete e óculos de proteção, deixa o pino de segurança da patola com uma só volta de cabo para soltar o elo de travamento; 3 O operador abre o freio, ficando a amarra portando pela boça 4 O Mestre deve ficar atento ao controle da saída do filame e o homem que guarnece o arinque, atento para o lançamento. 5 Arriar a lancha 6 Deixar o ferro portando pelos cabelos .
Largar o ferro por uma das boças da amarra 3ª fase - A ordem de Largar o ferro O homem lança a boia de arinque o mais longe possível do costado O operador abre a patola da boça com a marreta, soltando o elo de travamento e o operador do freio controla a velocidade da amarra pelo freio mecânico; Ao correr a amarra, dar ao Comando as Informações sobre o filame e a posição da amarra em relação ao navio (vozes de informação); Fazer com que seja executada a manobra da bandeira ao apito do navio.
Largar o ferro por uma das boças da amarra 4ª fase - Ao toque de Volta aos postos de fundear Apertar-se o freio mecânico, aboça-se a amarra e fecha-se o mordente, deixando a amarra portando pela boça com o pino e segurança envolvido pelo fiel com voltas falidas Desengraza-se a máquina de suspender Deixar o outro ferro pronto para ser largado (nos navios em que a máquina de suspender possua duas coroas de barbotim Providenciar, junto ao sargenteante, para que seja detalhado o pessoal que fará o serviço de vigia do ferro (de preferência com o pessoal da faxina do mestre). Alimentar a maquina do leme.
SUSPENDER COM O NAVIO a) A preparação para suspender compreende Içar a lancha, a escada de portaló e rebater o pau de surriola, caso tenha sido usado; Pedir energia para a máquina de suspender; Providenciar com o fiel d’aguada, instalações da mangueira e esguicho suicida para a lavagem da amarra e do ferro; Preparar a garatéia para o recolhimento da boia do arinque. Recolher o excesso da amarra .
SUSPENDER COM O NAVIO b) A operação de suspender o ferro compõe-se de três fases distintas 1ª fase - Recolher o excesso da amarra; 2ª fase - Arrancar a âncora do fundo 3ª fase - Içar o ferro.
SUSPENDER COM O NAVIO c) Ao toque de “posto de suspender” o Mestre deverá I) Pedir pressão na rede de água para lavar o ferro e a amarra; II) Mandar abrir o mordente e engrazar a máquina de suspender (ligar a embreagem à coroa de barbotim); III) Com o freio apertado, soltam-se todas as boças; IV) Dá-se a voz de “pronto para suspender”. v) O vigia recolhe a amarra .
Suspender o Ferro A seguintes manobra a sera feita ao suspender o ferro: Abre-se o freio, vira-se a máquina de suspender na velocidade correspondente à fase de arrancar o ferro, colhendo o arinque. Ao ser içada a amarra, são dadas ao Comando que informações... Filame e a Direção da Amarra em relação ao navio Rumo e velocidade do navio O bordo da lancha e do ferro O tipo de ferro e seu peso.
Suspender o Ferro São as seguintes manobras a serem feitas ao suspender o ferro: abre-se o freio, vira-se a máquina de suspender na velocidade correspondente à fase de arrancar o ferro, colhendo o arinque. Ao ser içada a amarra, são dadas ao Comando as informações sobre o Filame e a Direção da Amarra em relação ao navio (vozes de informação); deve-se ter o cuidado de remover todo o sujo da amarra, jato d’água deve ser passado elo por elo, por fora do escovem, sem jogar borrifos d’água no castelo. Se o fundo tem muita lama, convém diminuir a velocidade de içar, desde que o ferro arrancou até que chegue em cima. informar ao Comando quando o ferro arrancou, caso em que se verifica quando a amarra fica a Pique; dar ao Comando as informações sobre a posição do ferro (vozes de informação); dar a voz de “ferro no escovem”. O mesmo deve ficar pronto para ser largado até a ordem da “volta aos postos de suspender”.
A ordem de “volta aos postos de suspender” Aperta-se o freio mecânico, aboça-se a amarra e fecha-se o mordente. Como precaução de segurança, em viagem, é aconselhável usar um estropo de cabo de aço passado no anete de cada ferro e na abita. Desengraza-se a máquina de suspender e tampa a gateira com a bucha; Desliga-se a máquina de suspender. Deve-se deixar um vigia de serviço Deve-se verificar o tornel.
A ordem de “volta aos postos de suspender” Aperta-se o freio mecânico, aboça-se a amarra e fecha-se o mordente. Como precaução de segurança, em viagem, é aconselhável usar um estropo de cabo de aço passado no anete de cada ferro e na (o)... Abita Arganeu Cepo Cruz Pata .
Quando a primeira (segunda ou terceira, etc.) manilha ou a marca do quartel passou no escovem ou ao lume d’água, ou na gateira, saíram (ou entraram) dois (ou três etc.) quartéis. Filame Quartelada O quartel do tornel A amarra O estropo.
Quando a direção da amarra é paralela ou aproximadamente paralela ao estai de vante do mastro; Amarra a pique de estai Amarra a pique Amarra dizendo para vante Amarra dizendo para BE ou para BB Amarra dizendo para para ré .
Quando a direção é perpendicular à superfície da água; Amarra a pique de estai Amarra a pique Amarra dizendo para vante pelo través) Amarra dizendo para BE Amarra dizendo para BB.
Quando estiver paralela ou aproximadamente paralela a uma destas direções; Amarra dizendo para vante, (para ré ou pelo través) Amarra a pique Amarra a pique de estai Amarra dizendo para BB Amarra dizendo para BE .
Quando estiver dizendo para um destes bordos, desde que ele seja contrário ao bordo do escovem da amarra arriada. Amarra a pique de estai Amarra dizendo para BE ou para BB Amarra a pique Amarra dizendo pelo través) Amarra dizendo para vante.
Quando o ferro deixa o fundo, o que se verifica por ficar a amarra a pique ; Arrancou A Olho Pelos Cabelos Em Cima No Escovem.
Quando surge o anete do ferro à superfície da água; Arrancou A Olho Pelos Cabelos Em Cima No Escovem.
Quando a cruz do ferro está saindo da água; Pelos Cabelos A Olho Arrancou Em Cima No Escovem.
Quando o anete chega ao escovem; Em Cima Pelos Cabelos A Olho Arrancou No Escovem.
Quando o ferro está alojado no escovem No Escovem Em Cima Pelos Cabelos A Olho Arrancou.
O bom timoneiro, quando de serviço, não deve permitir que o navio saia do rumo em condições normais de tempo e mar em quantos graus. mais de dois ou três graus mais de três ou quatro graus mais de cinco ou seis graus mais de sete ou oito graus mais de nove ou dez graus .
Se não for especificado, qual o número de graus que se deve atender o leme em qualquer um dos bordos... 10 15 5 20 25.
Carregar o leme para o bordo indicado, o número de graus ordenado. Se não for especificado o número de graus, atender com 15 graus. O timoneiro informará a proa de... 10 em 10 graus 05 em 05 graus 15 em 15 graus 20 em 20 graus 25 em 25 graus .
Todo o Leme a BE ou BB, Carregar o leme para o bordo indicado de 25 graus e, imediatamente em seguida, até 10 graus 15 graus 20 graus 25 graus 30 graus.
Governar de modo que a proa não passe para BE ou BB do rumo indicado. Nada para BE ou BB Governe assim Bom governo Alivia o Leme Quebra a Guinada.
Ir desfazendo lentamente o ângulo de que está carregado o leme. A ordem também pode ser "aliviar o leme para tantos graus". Alivia o Leme Leme a Meio Nada para BE ou BB Inverte o Leme Bom governo.
Trazer o leme ao plano longitudinal mediano do navio, corresponde a levar o ponteiro do indicador de ângulo do leme a graduação zero. Leme a Meio Quebra a Guinada Inverte o Leme Todo o Leme a BE ou BB Alivia o Leme.
Carregar rapidamente o leme para o bordo oposto àquele que se achava carregado, até que a proa pare de guinar, trazendo-o em seguida a meio. Quebra a Guinada Inverte o Leme Leme a Meio Alivia o Leme Nada para BE ou BB.
Igual quantidade de graus de leme deve ser aplicado para o bordo oposto ao que se achava o leme carregado. Inverte o Leme Quebra a Guinada Leme a Meio Alivia o Leme Governe assim.
Consiste em depois de fundeado o navio, largar a outra âncora até encostar no fundo, ficando a máquina de suspender destravada e a amarra pronta a correr. Fundeio a pé de galo Fundeio a pé de pinto Fundeio a pé de coruja Fundeio a pé pombo Fundeio a pé galinha .
Sempre que o navio estiver com um ferro no fundo, como deve se encontrr o outro ferro... Pronto para largar Pronto para entrar Aboçado Unhado Em cima .
como se diz quando o navio é levado pelo vento, maré ou correnteza, arrastando pelo fundo sua âncora, ou por se ter partido a amarra. “GARRA” ou "A GARRA" "A TONA" ou "A MATROCA".
é como se diz quando o navio segue com a correnteza, sem arrastar as âncoras ou a amarra. "A TONA" ou "A MATROCA" “GARRA” ou "A GARRA".
Notas sobre fundear e suspender Um navio fundeado tende a se deslocar pela ação do vento nas obras mortas e do mar nas obras vivas, e este esforço retransmite à amarra que o segura, sendo necessário que os toldos sejam ferrados. Se o fundeadouro não inspira confiança, ou se é desabrigado, deve-se manter à noite um vigia da amarra. Este vigia verificará periodicamente a posição da amarra, e as marcações de pontos de terra. Em caso de mau tempo, convém ter nas proximidades das amarras as ferramentas necessárias para a desmontagem do elo (ou manilha) de ligação a fim de poder largar a amarra em caso de emergência. Algumas vezes o ferro se enterra no fundo, de modo tal, que a máquina de suspender não consegue arrancar. Neste caso aboça-se novamente a amarra e dão se umas palhetadas com os hélices. Se na ocasião de suspender a amarra estiver cruzando a roda de proa, antes de virar a máquina de suspender, solicita-se ao comando manobrar com as máquinas para que o navio fique aproado a uma direção tal, que a amarra fique clara a manobra de suspender. A amarra deve correr livremente, sem choques violentos, e se houver possibilidade de um esticão ao ser freada a máquina de suspender, por ainda haver seguimento do navio, ou por estar ele rabeando, é preferível não frear, deixando sair mais filame e recolher depois o excesso da amarra. Nunca se deve permitir que a amarra, por si só, pare o navio.
Acima de qual profundidade deve-se arriar um pouco de amarra pelo cabrestante, antes de largar o ferro para fundear, para evitar que ela caia com grande velocidade. 20 metros 30 metros 40 metros 50 metros 60 metros.
Amarra o navio no fundeadouro é tê-lo seguro com duas ou mais âncoras; diz-se então, que o navio está amarrado, ou em amarração. Amarrar o navio Docar o navio Suspender o navio Fixar o navio.
Também é comum haver nos portos amarrações já feitas, agüentadas por meio de poitas ou âncoras especiais; quando o navio toma uma destas amarrações, diz-se que está em Amarração fixa Amarração branda Amarração pela boia Amarração pela ancora .
quando o navio está seguro por meio de amarra, viradores ou espias fixas em terra em qualquer objeto próprio ou a uma bóia. Diz-se que o navio está... Amarrado Preso Fundeado Docado.
Consiste em segurar o navio por dois ferros largados pela proa. Amarrar pela Proa Amarrar Pelo ferro Amarrar pelo anete Amarrar no fundo.
Amarrar pela Proa Manobra de amarra Largar o ferro, geralmente o de barlavento. Deixar correr a amarra do primeiro ferro até a posição de largar o segundo a sotavento. À medida que vai recolhendo a amarra do primeiro ferro vai arriando a do segundo, até o navio portar igualmente pelas duas amarras, em igual abertura angular. Recolher o Arinque Arriar a lancha .
AMARRAR O NAVIO Abertura angular Ângulo formado na proa do navio pelas duas amarras. Esse ângulo deve ser maior que... 60º 50º 70º 80º 90º.
AMARRAR O NAVIO Abertura angular Ângulo formado na proa do navio pelas duas amarras. Esse ângulo deve ser maior que 60º e menor que... 90º 120º 180º 190º 200º.
Abertura angular Ângulo formado na proa do navio pelas duas amarras. Esse ângulo deve ser maior que 60º e menor que 120º; o ideal é o ângulo ficar próximo de... 70º 80º 90º 100º 110º.
Abertura angular Qual o angulo não deve ser menor para que quando o navio rabear, haja perigo de entocar ou encepar o ferro cuja amarra estiver com brando. 60º 70º 80º 90º 120º.
Abertura angular Qual o angulo não deve ser maior porque aumentaria muito a tensão sobre as amarras. 120º 100º 150º 180º 130º.
Abertura angular Qual o angulo ideal formado pelas duas amarras... 90º 100º 110º 80º 60º.
Usada em ancoradouros restritos, quando for determinado no regulamento do porto, ou onde houver grande concentração de navios, por exemplo, para uma revista naval. Amarrar pela proa Amarrar pelo través Amarrar pela popa Amarrar a pique Amarrar a pique de estai.
O mesmo que se usa com o navio fundeado e depende, portanto, da profundidade do mar e das condições de tempo e maré. Filame Amarra Ferro Tornel Anete.
A segurança é Maior que a de um navio fundeado porque as amarras não giram com o navio, havendo menor possibilidade do ferro desunhar. Amarrar pela proa Amarrar pela popa Largar um ferro Largar um ferro pela popa Amarrar a regeria.
A desvantagem é que, a manobra é trabalhosa e que demanda tempo, principalmente nos navios que possuem um cabrestante (máquina de suspender) na proa. Amarrar pela proa Amarrar a regeira Amarrarr pela popa Amarrar na boia Amarrar na poita.
Manobra usada comumente em rios e canais restritos. Pode ser feita em amarração fixa de quatro amarras, ou em boias convenientemente colocadas para este fim. Também se pode amarrar em uma boia e espiar uma âncora na popa. Amarrar de popa e proa Amarrar de proa e través Amarrar pela popa Amarrar pela proa Amarrar a regeira.
Comprimento da amarra fora do escovem, com o navio fundeado ou amarrado. Filame Amarra Quartelada Quartel Tornel.
Comprimento do Filame É variável de acordo com: O tamanho do navio; As condições de tempo e maré; A natureza do fundo ou tensa Profundidade local. As condições do ferro As condições do quartel do tornel.
O filame deve ser várias vezes maior que a profundidade do mar o fundeadouro. Para fundos até 30 metros, pode-se adotar a regra prática antiga, que indica um filame de quantas vezes a profundidade local, para os ferros sem cepo. 5 a 7 vezes 6 a 7 vezes 5 a 8. Vezes 7 a 9 vezes 4 a 5 vezes.
Qual os efeitos de um Grande Filame O navio fundeado, o peso e o comprimento da amarra são tais, que uma parte dela fica descansando sobre o fundo do mar. O peso do filame somado ao peso da âncora, contribui para agüentar o navio no fundeadouro. Maior filame, menor a inclinação da haste do ferro em relação ao fundo. Um longo filame amortece os trancos provocados pelas vagas. O esforço da amarra exercido sobre o anete do ferro é decomposto em duas forças: uma vertical que tende arrancá-lo do fundo e outra horizontal que tende fazê-lo unhar.
Forma curva que a amarra toma com o navio fundeado ou amarrado. Esta curva dá a amarra alguma elasticidade, amortecendo qualquer choque brusco sobre a amarra e a âncora. Catenária Filame Amarra Quartel Quartelada.
Área livre de obstrução que um navio necessita para fundear. É descrita por um círculo de raio igual à soma do filame, mais o comprimento do navio Área de giro Área velica Área giroscopica Área aberta Área circular.
Qual a fórmula que calcula a área de giro do navio. C= Círculo do raio V= Comprimento do filame b= Comprimento do navio C=V+b V=C+b B=V+C.
Local em que as embarcações podem fundear, geralmente determinados nas cartas náuticas. Fundeadouro ou ancoradouro Ponto de fundeio Arco de giro.
Requisitos de um bom fundeadouro Deve ser abrigado, sem ventos, correntes ou vagas fortes; não deve ter muita profundidade que obrigue a largar grande filame; o fundo deve ser de boa tensa; o fundo não deve ter declive grande, porque torna-se mais difícil o ferro unhar deve haver espaço bastante para o giro do navio fundeado; Deve ser próximo ao local do soco.
os melhores fundos são: areia firme lodo duro lodo e areia Cascalho Pedra.
Fundos de Pedra devem ser evitados pelos seguintes motivos: o ferro ou amarra pode se prender numa pedra; é difícil o unhamento do ferro; o ferro pode se partir ao cair sobre as pedras, se for largado com grande velocidade. É difícil fundear a regeira.
Através de que é possível amarrar o navio na bóia: Pelo fiador (quartelada de amarra) Por uma das amarras do navio que é destalingada do ferro e manilhada no arganéu da boia. Pelo virador Pela espia de popa Pela estai de vante.
É um cabo que pode ser de fibra, mas em regra é um cabo de aço flexível, provido no chicote com gato de mola. Virador Fiador Quartelada Filame Espia de popa.
A bitola do virador varia de acordo com o porte do navio. Parar os navios leves, como os Contratorpedeiros, recomenda-se um virador de aço de: 2,5 a 3 polegadas de bitola 2,5 a 4 polegadas de bitola 3 a 4 polegadas de bitola 3,5 a 5 polegadas de bitola 5 a 6 polegadas de bitola.
A manobra de amarrar à boia é comumente auxiliada por lancha, acerca de quantos metros de distância... 800 metros 700 metros 600 metros 900 metros 500 metros.
A velocidade do navio deverá ser reduzida na aproximação da bóia, qual é está velocidade... 4 a 5 nós 6 a 7 nós 3 a 4 nós 5 a 6 nós 7 a 8 nós.
O mestre deve fazer o BRIEFING, antes da manobra de amarrar o navio na boia para guarnição da lancha e o pessoal da manobra na boia. Durante a manobra, qual o cuidado que m o patrão deve ter... Que a lancha não se coloque entre o navio e a boia. Que a embarcação não fica a deriva Que a embarcação não fique sem combustível Que a embarcação possua toda sua palamenta.
Manobra de Amarra à Boia A manobra consiste em: preparar o navio; pegar a boia; amarrar o navio à boia. escolher o ferro preparar o arinque.
Manobra de Amarra à Boia O navio ao demandar a boia o mestre deve: preparar o pau de surriola, uma lancha e a escada de portaló para serem arriados; A lancha, além da guarnição, levará dois homens guarnecidos com coletes salva-vidas e luvas para a manobra sobre a boia; pedir energia para a máquina de suspender e guincho (para a manobra da lancha); informar-se do Comando o meio pelo qual o navio ficará amarrado à boia (fiador, amarra, ou virador); preparar o material e os cabos necessários à manobra da amarração indicada, a manilha e qualquer outra ferramenta são levadas para a boia na lancha ou podem ser amarradas a um cabo fino que se arria pelo castelo até à boia. preparar as ferramentas necessárias à desmontagem do elo (ou manilha) de ligação dos quartéis, caso o navio use uma de suas amarras deixar a mão retinidas e balões.
Nome que se dá a um Virador ou espia, cujo chicote se faz fixo no anete do ferro ou no seio da amarra que está fora do navio, indo outro chicote passar voltas, no cabrestante de ré, ou em um cabeço da popa do navio. Regeira Amarrar de proa Amarrar de popa Fundear Amarrar na boia.
Empregada para manter o navio fundeado na posição que se quer (afastado do cais e ou de outro navio). Esta manobra era muito empregada pelos navios à vela, para suspender com o navio aproado em posição favorável, de acordo com o vento reinante. Ainda é usada para manter o navio fundeado e na posição que se quer. Amarrar com regeira Amarrar pela proa Amarrar pela popa Amarrar a bóia Fundear.
Na amarração com regeira, preparar o ferro para fundear, o ideal é usar o ferro que está por... Barlavento Sotavento.
Qual a posição ideal deve-se formar o ferro com a regeira, tendo sua base o próprio navio. Triângulo Losango Quadrado Círculo Círculo.
Faina que se executa para buscar qualquer objeto (âncoras, amarras, torpedos e etc.) que se perde no fundo do mar e nas operações de rocega de pesquisa. Rocegagem Docagem Fategagem Garateagem Fundeio.
A rocegagem pode ser feita por meio de: Fateixa Rocega Busca-vida ou garateira Ancorote Ferro.
Cabo de fibra ou arame, de espessura proporcional ao tamanho do objeto que se busca ao fundo em que se perdeu. É guarnecido com pesos (lingotes de ferro e etc.) espaçadamente, de 2 em 2 metros; para torná-lo capaz de imergir; do último peso para o chicote do cabo, deve haver um comprimento de 4 a 5 vezes a maior profundidade local. Rocega Fateixa Ancorote Busca-vida Ferro.
A parte de rocega guarnecida por pesos, poderá ser substituída por uma corrente ou amarreta, de uma espessura proporcional ao tamanho do objeto que se busca. Qual o tamanho da corrente ou amarreta 50 a 70 metros 50 a 60 metros 60 a 70 metros 40 a 50 metros 50 a 80 metros.
Rocegar por meio de rocega A faina consiste em: preparar duas embarcações para arrastar a Rocega; preparar a Rocega e levá-la para a zona a rocegar; arriar a Rocega com os chicotes presos na popa das embarcações; iniciar a rocega com as embarcações navegando em rumos iguais, paralelos, arrastando o seio pelo fundo do mar até encontrar alguma saliência que o detenha.
Rocegar com este aparelho Fixa-se ao anete o chicote de uma corrente de 5 a 6 metros de comprimento e ao outro chicote, da mesma corrente, prende-se um cabo de comprimento igual a 5 ou 6 vezes a maior profundidade da zona a rocegar. A bitola da corrente deve ser proporcional ao tamanho da mesma. A corrente faz com que a mesma fique deitada no fundo mar. Fateixa ou busca vida Ancorote Rocega Ferro Gata.
A estrutura do casco dos navios pode ser dividida em duas partes: Ossada e esqueleto Forró exterior Quilha Sobrequilha Longarinas.
Como é constituída a ousada ou esqueleto Vigas longitudinais Vigas Transversais Reforços Quilha Sobrequilha.
Quais são as vigas longitudinais Quilha Sobrequilha Longarinas ou longitudinais Sicordas Trincaniz Hastilha Vaus.
Viga longitudinal mais importante da estrutura do casco, disposta em todo o comprimento do navio, no plano diametral e na parte inferior do casco. É considerada a espinha dorsal do navio. Em uma docagem ela é a peça que sofre maior esforço. Quilha Sobrequilha Longarinas ou longitudinais Sicordas Trincaniz.
Peça semelhante à quilha, assentada sobre as cavernas, mantendo-as em sua posição Sobrequilha Hastilha Sicordas Longarinas ou longitudinais Trincaniz.
São vigas dispostas no sentido popa a proa, colocadas no fundo do casco e ligando as cavernas entre si. Quilha Sobrequilha Sicordas Longarinas ou longitudinais Trincaniz.
São vigas longitudinais colocadas na altura dos pavimentos, de popa a proa e que servem para amarrar entre si, os vaus. Sicorda Quilha Sobrequilha Longarina ou longitudinais Trincaniz.
É uma fiada de chapa de ferro, normalmente de maior espessura que as demais, posicionada em cada pavimento junto aos costado, ligando os vaus entre si e as caverna Trincaniz Hastilha Vaus Quilha Longarina.
Quais são as vigas transversais Caverna Baliza Cavernas altas Hastilha Vaus Cambota Longarinas Latas.
Peças curvas que se fixam perpendicularmente na quilha, servindo para dar forma do casco e sustentar o forro exterior. Caverna Baliza Cavernas altas Pastilha Vaus .
Nome dado aos braços das cavernas acima do bojo, isto é, que ficam acima da parte curva do casco, onde há transição entre a sua parte horizontal ao fundo do navio e parte quase vertical. Baliza Hastilha Vaus Cavernas altas Longarina.
São cavernas em que as hastilhas têm uma altura maior do que as cavernas comuns. Elas são colocadas na proa e na popa a fim de reforçar essas partes. Cavernas altas Cavername Caverna mestra Hastilha Vaus.
São chapas colocadas verticalmente no fundo do navio, em cada caverna, aumentando a altura deste na parte em que se estende da quilha ao bojo, melhorando a sua fixação à quilha e aumentando a sua resistência. Vaus Cambota Almeida Cadadaste Hastilha.
São vigas transversais colocadas de BB e BE, em cada caverna, servindo para atracar entre si as balizas das cavernas e sustentar os chapeamentos dos pavimentos. Vaus Cambota Cadaste Colar Longarina.
São cavernas que armam a popa do navio, determinando a figuração da Almeida. Cambotas Vaus Longarina Hastilha Cadaste.
Peças que completam a estrutura do casco, servindo para ligação de outras peças ou para reforçar uma determinada parte da estrutura do navio. Reforços locais Cadaste Almeida Longarina Hastilha.
Quais as peças que fazer parte do esforço local Roda-de-proa Cadaste Pé de carneiro Vaus seco Lata Colar Burçadas Travessas Borboleta ou esquadro Cantoneira de contorno e gola cantoneira.
Peça resistente que, em prolongamento da quilha, forma o extremo de vante do casco do navio. Roda-de-proa Cadaste Lata Vaus seco Colar.
Peça resistente como a roda-de-proa, e que constitui o extremo de ré do casco do navio. Cadaste Vaus seco Lata Roda-de-proa Colar.
São colunas que servem para suportar os vaus, aumentando a rigidez da estrutura. Pés-de-carneiro Vaus Cadaste Longarina Trincaniz.
São os vaus do porão, mais espaçosos do que os outros e que não recebem assoalho, servindo apenas para atracar as cavernas quando o porão é grande. Vaus seco Lata Colar Buçardas Travessas.
São vaus que não são contínuos de BB a BE, colocados na altura de uma escotilha, entre os vaus propriamente ditos; ligam entre si chapas das escotilhas e as cavernas. Latas Vaus Trincaniz Longarina Cadaste.
Pedaço de cantoneira ou chapa colocado em torno de um ferro perfilado, uma cantoneira ou tubo que atravessa um chapeamento, a fim de tornar estanque a junta, ou cobrir a abertura. Colar Almeida Vaus seco Latas Cadaste.
São peças horizontais que se colocam no bico de proa ou popa contornando-os por dentro, de BB a BE; servem para dar maior resistência a essas partes do navio. Buçardas Trincaniz Vaus seco Longitudinais Almeida.
São ferros perfilados dispostos horizontalmente nas anteparas a fim de reforçá-las. Travessas Cantoneira Vaus Longarina Cadaste.
É um pedaço de chapa em forma de esquadro que serve para ligação. Borboleta ou Esquadro Cambota Hastilha Vaus altas Buçardas.
Peça de ferro em meia cana ou peça fundida que contorna uma abertura qualquer para reforçar o local Gola-cantoneira Vaus seco Borboleta Esquadro Vaus.
Peça de metal que se coloca em torno de um tubo, escotilha e, etc., com o fim de manter a estanqueidade da junta. Cantoneira de contorno Gola-cantoneira Cantoneira Vaus Trincaniz.
Revestimento exterior do casco de um navio, no costado e na carena, constituído por chapa ou por madeira. Forró exterior Carena Área externa Amura Vaus.
É o corpo do navio sem mastreação, acessórios ou qualquer outro arranjo. Casco do navio Amura Obras mortas Obras vivas Carena.
Parte do casco que fica acima do plano de flutuação e que está sempre EMERSA. Obras mortas Obras vivas Carena Carena Costado .
Parte do casco abaixo do plano de flutuação que fica quase totalmente IMERSA Obras vivas ou carena Obras mortas Bojo Amura Costado.
Chapeamento externo do navio, compreendido da linha d'água à borda de proa a popa, servindo como invólucro de tudo que existe internamente. Costado Bochecha Alheta Bojo Almeida.
O mesmo que bochecha (mais usual) Amura Cadaste Almeida Vaus Trincaniz.
Parte curva do costado, de um e de outro bordo, junto à roda-de-proa. É também qualquer direção entre a proa e o través. Bochecha Alerta Borda Grinalda Almeida.
Parte curva do costado, de um e de outro bordo junto à popa. Alheta Borda Bojo Grinalda Amura.
Limite superior do costado que pode terminar a altura do convés Borda Amura Almeida Grinalda Cadaste.
Parte da carena formada pelo contorno de transição entre a sua parte quase horizontal, ou fundo do navio e sua parte quase vertical. Bojo Almeida Grinalda Ttincaniz Amura.
Parte superior do painel de popa. Grinalda Forró exterior Costado Buchecha Alheta.
Parte curva do costado do navio, na popa, logo abaixo do painel e que forma com ele um ângulo obtuso ou uma curvatura. Almeida Grinalda Longarina Vaus Costado.
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