CIAC 1º minitest
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![]() CIAC 1º minitest Descripción: CIAC 1º minitest |



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1. Na regeneração óssea direta ou por 1.ª intenção: Não se exige uma osteossíntese rígida para que esta possa ocorrer. - Exige osteossíntese rígida com estabilização total (sem movimento no foco da fratura). Existe a fase intermédia com formação de tecido fibrocartilagíneo. - Não existe a fase intermédia com formação de tecido fibrocartilagíneo nem calo ósseo. A separação entre os fragmentos ósseos deve ser maior que 150 a 300 mm. – separação máxima entre 150 a 300 mm. Não existe a fase intermédia com formação de tecido fibrocartilagíneo. Quando se aplica uma placa óssea 3,5 devem aplicar-se parafusos ósseos: 3,5. 4,5. 2,0/2,5. 2,7. Quando se aplica uma placa DCP em função de posicionamento: Os parafusos que se introduzem através dos seus orifícios encontram-se a promover a função de compressão da placa DCP. Visa estabilizar-se fraturas cominutivas redutíveis. Visa estabilizar-se fraturas cominutivas não redutíveis. Visa promover-se a compressão entre os topos ósseos. Os parafusos inter(trans)-condilares de rosca incompleta: Exercem uma função de compressão (lag) depois de corretamente aplicados. Podem utilizar-se em qualquer situação de fratura. Utilizam-se na resolução de fraturas inter(trans)-condilares ou de outra tipologia. Possuem uma rosca com um espaçamento inferior à dos parafusos da cortical. A regeneração indireta ou por 2.ª intenção: A regeneração óssea processa-se na seguinte sequência: hematoma, tecido conjuntivo fibroso, fibrocartilagem, tecido de granulação, tecido ósseo composto pelos canais de Havers, tecido ósseo não lamelar. A regeneração óssea processa-se na seguinte sequência: hematoma, tecido conjuntivo fibroso, fibrocartilagem, tecido de granulação, tecido ósseo não lamelar, tecido ósseo composto pelos canais de Havers. Ocorre, mesmo nas fraturas sujeitas a uma estabilização rígida, quando a separação entre os topos ósseos é superior a 300 micrómetros. Ocorre nas fraturas estabilizadas de forma rígida. Em presença de uma fratura exposta infetada deve: Aplicar um meio de coaptação externo (tala/fixador externo) e realizar antibioterapia até se debelar a infeção para só depois se realizar osteossíntese final. É indiferente qualquer das opções de tratamento (redução e fixação) da fratura que tomemos. Realizar-se osteossíntese imediatamente. Aplicar-se cavilhas intramedulares e cerclages. Numa situação de fratura transversa simples da diáfise de um osso longo deve-se: Sempre e apenas cavilha intramedular. Placa em compressão dinâmica. Cavilhas intramedulares associadas a hemi-cerclage. Duas das opções de resposta estão corretas. Os processos de não-união óssea: As pseudoartroses atróficas apresentam um calo ósseo exuberante. As pseudoartroses hipertróficas são biologicamente ativas. Resultam geralmente da falha de estabilidade ao nível do local de fratura. Em presença de osteomielite, os implantes poderão ser sempre mantidos se realizada antibioterapia adequada. Quando se aplica uma placa óssea 2,7 devem aplicar-se parafusos ósseos: 3,5. 2,7. 4,5. 2,0/1,5. Uma placa DCP aplicada em função de compressão dinâmica deve aplicar-se nas fraturas diafisárias. Cominutivas não redutíveis. Simples, mas com uma linha de fratura de elevada obliquidade. Simples e transversas. Cominutivas redutíveis. Opto por não responder. A regeneração do tecido ósseo: É independente de qualquer fator biológico, mas não de fator mecânico. Está dependente de fatores biológicos e mecânicos. É independente de qualquer fator biológico ou mecânico. Opto por não responder. Está dependente de fatores mecânicos, nos quais se incluem o osso envolvido, circulação sanguínea e a extensão da lesão dos tecidos moles envolventes do local de fratura. Um parafuso de compressão lag deve aplicar-se: Paralelamente à linha de fratura. Perpendicularmente à linha de fratura. Sobre a linha de fratura, atravessando-a. Em 45º relativamente à linha de fratura. Um distrator é um instrumento cirúrgico utilizado para: Após fixação por meio de cavilhas perpendiculares às metáfises dos ossos longos, promover a distração do osso longo fraturado, facilitando a redução de fraturas. A moldagem da placa óssea. A aplicação dos parafusos ósseos. O afastamento da massa muscular, após o acesso cirúrgico, de forma a facilitar a visualização do local de fratura. As cavilhas aparafusadas ou interlocking: Opto por não responder. Aplicam-se geralmente na resolução de fraturas por avulsão das tuberosidades. Podem utilizar-se na fixação da avulsão da crista da tíbia. Podem utilizar-se na fixação da avulsão da tuberosidade supraglenóide. Aplicam-se para a resolução de fraturas diafisárias múltiplas. 5. Para a aplicação de um parafuso em compressão ou parafuso lag a nível cortical, a brocagem: Do 1.º orifício a realizar deve ter um menor diâmetro em relação à rosca externa do parafuso a aplicar, mas do 2.º orifício deverá ter igual diâmetro em relação à rosca externa do parafuso. Opto por não responder. Do 1.º orifício a realizar deve ter o mesmo diâmetro em relação à rosca externa do parafuso a aplicar, mas do 2.º orifício deverá ter um menor diâmetro em relação à rosca externa do parafuso. Dos orifícios em ambos os córtex deve ter o mesmo diâmetro da rosca externa do parafuso a aplicar. -. Para um parafuso 3,5 deve realizar-se com uma broca 2,5 para o 1.º orifício e uma broca de 3,5 para o 2.º orifício. As desvantagens biomecânicas das cavilhas intramedulares são. Duas das opções de resposta estão corretas. Falta de resistência às forças de rotação. Falta de resistência às forças de dobragem. Falta de resistência às forças axiais (compressivas). Uma placa em DCP aplicada em função de neutralização (contacto) tem como funções: Exercer compressão entre os topos ósseos da fratura. Estabilizar fraturas diafisárias cominutivas com um grande fragmento, por sua vez estabilizado com parafuso/s em compressão (lag). Estabilizar fraturas simples e transversas. Estabilizar fraturas múltiplas não redutíveis que envolvam toda a diáfise de um osso longo. A banda de tensão: É composta por uma ou duas agulhas de Kirschner e um fio de arame em forma de 8. Aplica-se em situações de fratura diafisária. -. Aplica-se geralmente na resolução das fraturas por avulsão das tuberosidades óssea. Duas das opções de resposta estão corretas. Uma placa óssea deve ser sempre aplicada: Em qualquer das faces indiferentemente para qualquer osso longo. Em função do tipo de fratura, assim a face do osso longo em que se aplicar pode variar. Na face de tensão do osso longo em causa. Na face de compressão do osso longo em causa. Uma placa óssea nunca se pode associar. Todas as opções são incorretas. Parafusos em função neutralização/posicionamento. Uma cavilha intramedular. Parafusos aplicados externamente à placa óssea. As cavilhas intramedulares: Nunca se podem associar a fixadores externos. Apenas se podem aplicar por via normógrada. Podem aplicar-se por ambas as vias retrógrada e normógrada. Apenas se podem aplicar por via retrógrada. A banda de tensão: Pode utilizar-se na fixação da avulsão da crista da tíbia. Duas das opções estão corretas. Aplica-se em situações de fraturas diafisárias múltiplas. Opto por não responder. Pode utilizar-se na fixação da avulsão da tuberosidade supraglenóide. Os processos de união óssea retrógrada: Podem ser devidos a uma incorreta irrigação sanguínea no local de fratura. Podem resultar da incorreta estabilidade no local de fratura. Todas as 3 opções de resposta estão corretas. Podem tentar corrigir-se, se necessário, por uma 2.ª intervenção cirúrgica para aplicação de um excerto do osso esponjoso. Quando se aplica uma placa óssea em função de posicionamento numa fratura altamente cominutiva, os parafusos ósseos que se aplicam para fixar esta placa ao osso longo são parafusos em função de: Não exercem nenhuma das funções de neutralização/posicionamento ou compressão (lag). Neutralização/posicionamento. Indiferente se em função de neutralização/posicionamento ou compressão (lag). Compressão (lag). As cavilhas de Steinmann: Podem utilizar-se na resolução de fraturas simples da diáfise média dos ossos longos. Apenas se utilizam na resolução de fraturas cominutivas da diáfise média dos ossos longos. Utilizam-se exclusivamente na resolução de fraturas supracondilares da epífise distal do fémur. Utilizam-se na resolução de fraturas por avulsão das tuberosidades óssea. Quando se realizar a imobilização de um membro por meio conservador, a sequência da realização do penso sobre o membro é a seguinte: Algodão, tala (fixada com adesivo), ligadura e adesivo. Algodão, ligadura, gesso e adesivo (Vetrap). Tala (fixada com adesivo), algodão e ligadura. Algodão, adesivo (Vetrap), ligadura e gesso. Uma placa DCP aplicada em função de compressão dinâmica tem como funções: Opto por não responder. Estabilizar fraturas múltiplas que envolvam toda a diáfise de um osso longo. Estabilizar fraturas com elevada obliquidade se associada a parafusos em compressão. Estabilizar fraturas simples e transversas. Estabilizar fraturas diafisárias cominutivas redutíveis com um grande fragmento, por sua vez estabilizado com parafuso/s em compressão. As placas ósseas em função de compressão dinâmica ou neutralização (contacto): Opto por não responder. Dividem as forças de compressão que se exercem sobre o osso longo com este último. Anulam as forças de compressão que se exercem sobre um osso longo. Duas das opções de resposta estão corretas. Anulam as forças de rotação ou dobragem, quando corretamente aplicadas sobre a face de tensão do osso. Para aplicação de um parafuso 3,5 através de uma placa que se pretende que exerça apenas uma função de posicionamento deve: Ser indiferente. Realizar a rosca com um instrumento para a realização da rosca 2,5 após a execução do orifício com uma broca 3,5. Realizar-se o seu orifício apenas com uma broca 3,5. Realizar-se o seu orifício apenas com uma broca 2,5. Desvantagens biomecânicas das placas quando não existe contacto entre os topos ósseos no foco de fratura. Falta de resistência às forças de dobragem. Falta de resistência às forças de rotação. O facto de terem de suportar as forças axiais (compressivas) na totalidade. O facto de não terem de suportar qualquer tipo de força axial (compressiva). Ausência de qualquer tipo de força axial (compressiva) a propagar-se ao longo do eixo longitudinal do osso longo em que a placa foi aplicada. Uma cerclage: Constituída por arame ortopédico. Deve rodear toda a circunferência da diáfise de um osso longo. É exatamente o mesmo que uma hemi-cerclage. Deve aplicar-se sempre isolada de qualquer outro meio de osteossíntese. Numa situação de fratura completa, nunca se deve aplicar isolada de qualquer outro meio de osteossíntese. Os fixadores externos são um tipo de: Cerclages. Cavilhas intramedulares. Hemi-cerclages. Parafusos ósseos. Placas ósseas. Ninguna es correcta. según la imagen: A fratura B é designada de fratura de Salter-Harris tipo IV. Esta questão tem duas opções corretas. Opto por não responder a esta questão. A fratura D é designada de fratura de Salter-Harris tipo II. A fratura A é designada de fratura de Salter-Harris tipo II. Face de tensão de um osso longo. É a face do osso mais afastada do seu eixo mecânico numa projeção bidimensional desse osso. É a face do osso mais afastada do seu eixo anatómico numa projeção bidimensional desse osso. É a face do osso mais próxima do seu eixo anatómico numa projeção bidimensional desse osso. Opto por não responder a esta questão. Não tem qualquer relação com o eixo anatómico ou mecânico do osso em causa. Relativamente à coaptação externa de fraturas em animais de companhia. Esta questão tem duas opções corretas. Opto por não responder a esta questão. É normalmente aplicada em fraturas acima do joelho e do cotovel. Resulta bastante bem em fraturas em ramos verdes e não tem consequências nefastas em animaisjovens de esqueleto imaturo. Tem como maior indicação a estabilização provisória de fraturas antes de ser realizada a cirurgia de osteossíntese ou como suporte adicional após fixação interna de fraturas ósseas. No seguinte esquema representando diferentes fraturas de fémur dime la D. Transversa - Provocada por forças puras de dobragem (flexão);. obliqua - provocada por forças de carga axial (compressão);. espiral - Provocada por forças de torção. cominutiva não redutível - Provocada por impactos de alta energia / alta velocidade. cominutiva redutível - Provocada por forças de carga axial (compressão) combinadas com forças de dobragem;. Relativamente à fratura D. A fratura D é considerada uma fratura em ramo-verde. Opto por não responder a esta questão. A fratura D é considerada uma fratura simples. A fratura D é considerada uma fratura cominutiva redutível. A fratura D é considerada uma fratura cominutiva não redutível. A fratura D é considerada uma fratura cominutiva não redutível. A fratura D é considerada uma fratura cominutiva não redutível. A fratura D é provocada por forças excessivas de carga axial associadas a forças de torção. Opto por não responder a esta questão. A fratura D é provocada exclusivamente por forças de dobragem. A fratura D é provocada por forças excessivas de dobragem associadas a forças de torção. Relativamente à fratura E. A fratura E é considerada uma fratura simples. A fratura E é considerada uma fratura cominutiva redutível. A fratura E é considerada uma fratura cominutiva não-redutível. Opto por não responder a esta questão. A fratura E é considerada uma fratura em ramo-verde. Relativamente à classificação do risco mecânico de uma fratura, são indicadores de maior risco: Fraturas na região diafisária quando comparadas com fraturas na região metafisária. Fraturas em ossos com pouca cobertura muscular quando comparadas com fraturas de ossos com boa cobertura muscular. Fraturas em animais velhos quando comparadas com fraturas em animais jovens. Fraturas cominutivas quando comparadas com fraturas simples. Opto por não responder a esta questão. Na redução direta de uma fratura: Coloca-se um pequeno elevador do periósteo entre os segmentos sobrepostos, de forma a exercer uma pressão cuidadosa e ajudar a distrair e reduzir os segmentos ósseos. Opto por não responder a esta questão. Esta questão tem duas opções corretas. Utiliza-se uma cavilha intramedular para fazer distração da fratura, empurrando o segmento distal relativamente ao segmento proximal. Elevam-se os segmentos ósseos dos tecidos moles circundantes enquanto as superfícies da fratura são apostas, lentamente recolocando os segmentos na sua posição normal. Relativamente à classificação do risco biológico de uma fratura, são indicadores de maior risco: Fraturas na região diafisária quando comparadas com fraturas na região metafisária. Fraturas em raças grandes/gigantes quando comparadas com fraturas em raças toy/miniatura. Fraturas em vários membros quando comparadas com fraturas num único membro. Fraturas cominutivas redutíveis quando comparadas com fraturas simples. Opto por não responder a esta questão. As cavilhas aparafusadas ou interlocking. Opto por não responder. Esta questão tem duas opções corretas. Aplicam-se geralmente na resolução de fraturas por avulsão das tuberosidades ósseas. Podem utilizar-se na fixação de fraturas do corpo da escápula. Podem utilizar-se na resolução diafisárias cominutivas não redutíveis. A estabilização de uma fratura óssea por meio de implantes de osteossíntese: só deve ser feita após reconstrução anatómica de todos os seus fragmentos, independentemente do tipo de fratura. Opto por não responder a esta questão. é na maior parte dos casos dispensável já que a coaptação externa é muito eficaz em animais de companhia. só deve ser feita após assegurar que o osso tem o comprimento normal e que as superfícies articulares se encontram corretamente alinhadas sem angulação ou rotação. Esta questão tem duas opções corretas. . A instabilidade/luxação atlanto-axial no cão: É sempre uma situação congénita associada a agenesia do processo odontóide. Pode ser tratada por acesso ventral e fusão vertebral C1-C2 com implantes rígidos. Nos casos de hipoplasia ou fratura do processo odontóide deve ser estabilizada com sutura dorsal entre C1 e C2. Opto por não responder a esta questão. Apenas acontece quando há fratura do processo odontóide. Na regeneração óssea direta ou por 1ª intenção: a separação entre os fragmentos ósseos deve ser menor que 300 micrómetros. existe a fase intermediária com formação de tecido fibrocartilagíneo. opto por não responder a esta pergunta. exige-se rigidez absoluta a nível do foco da fratura. Esta questão tem duas opções corretas. As cavilhas intramedulares: Esta questão tem duas opções corretas. produzem menor desgaste ósseo quando aplicadas por via retrógrada. produzem menor desgaste ósseo quando aplicadas por via normógrada. não devem ficar cravadas nas regiões metafisárias dos ossos longos. Esta questão tem duas opções corretas. As cavilhas intramedulares: esta questão tem duas opções corretas. produzem menor desgaste ósseo quando aplicadas por via retrógrada. produzem menor desgaste ósseo quando aplicadas por via normógrada. não devem ficar cravadas nas regiões metafisárias dos ossos longos. opto por não responder a esta pergunta. A mini-hemilaminectomia. Cria um defeito ósseo criado a partir do forâmen intervertebral, envolvendo também a remoção dos processos articulares. Provoca maior instabilidade da coluna vertebral do que a hemi-laminectomia. É das técnicas mais utilizadas para descompressão da região lombo-sagrada. Permite o acesso ventro-lateral ao canal vertebral e é utilizada principalmente na região toraco-lombar. |




