CIAC 2ºTEST
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Título del Test:
![]() CIAC 2ºTEST Descripción: Segundo test de cirugía quirúrgica |



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Uma placa óssea deve ser sempre aplicada. Na face de tensão do osso longo em causa. Em qualquer das faces e indiferentemente para qualquer osso longo. Opto por não responder a esta questão. Nenhuma das opções está correta. Na face de compressão do osso longo em causa. No fémur, uma placa óssea pode ser aplicada. Em qualquer uma das suas faces. Na sua face medial. Na sua face lateral. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. Em que função devo aplicar uma placa numa fratura simples obliqua da diáfise do rádio. Compressão dinâmica. Posicionamento. Neutralização. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. Na estabilização de uma fratura diafisária altamente cominutiva do úmero aplicaria. Osteossíntese biológica composta por cavilha intramedular de Steinmann associada a placa em posicionamento apenas com os parafusos das extremidades bicorticais e os restantes parafuso unicorticais. Apenas uma cavilha intramedular isolada. Placa em posicionamento. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. As fraturas do colo do tálus podem estabilizar-se por meio de. Agulhas de Kirschner. Um parafuso em compressão. Tratamento conservador. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. A opção pela colocação de placas na face medial do úmero quando as fraturas se situam ao nível do 1/3 distal da sua diáfise deve-se. Ao facto de esta face a este nível ser praticamente plana (reta). Ao facto de ser possível colocar a placa até uma localização mais distal se encostada ao côndilo medial, relativamente ao côndilo lateral. Devido à elevada curvatura situada a este nível do lado lateral do úmero. Três das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Na tíbia uma placa óssea deve ser aplicada. Na sua face medial. Na sua face lateral. Em qualquer uma das suas faces. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. No tratamento de uma fratura simples obliqua da diáfise do úmero poderá ser utilizado. Uma placa em neutralização associada a um parafuso lag. Um sistema Tie-in. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. A resseção da cabeça do fémur está aconselhada em. Cães até 20 kg de peso. Cães com mais de 20 kg de peso. Gatos. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. A resseção da cabeça do fémur é uma técnica cirúrgica realizada com frequência em situação. Fraturas do ísquio. Fraturas do íleo. Fraturas da diáfise do fémur. Recidiva de luxação coxofemoral. Opto por não responder a esta questão. No tratamento de uma fratura Salter-Harris tipo I ao nível da epífise distal do fémur poderá utilizar-se. Cavilhas de Rush. Cavilhas cruzadas. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. No rádio, uma placa óssea deve ser aplicada. Na sua face cranial. Se a fratura for muito distal a placa poderá ser colocada na face medial. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. a estabilização das avulsões ou osteotomias do olecrânio geralmente utiliza-se. Uma banda de tensão. O conjunto constituído por uma ou duas cavilhas de Kirschner e um arame ortopédico com figura em 8. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. opto por não responder a esta questão. Em que função devo aplicar uma placa numa fratura cominutiva redutível da diáfise do úmero. Posicionamento. Compressão dinâmica. Neutralização. Todas as opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Nas fraturas de pélvis são de estabilização cirúrgica obrigatória as fraturas. Do acetabulo. Do ísquio. Do íleo. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. No úmero uma placa óssea deve ser aplicada. Na sua face medial em fraturas do 1/3 distal da sua diáfise. Na sua face craniolateral em fraturas do 1/3 proximal da sua diáfise. Na sua face lateral em fraturas do 1/3 distal da sua diáfise. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. As fraturas traumáticas da diáfise do rádio e da ulna. Geralmente estão ambas presentes. Raramente coexistem. Se presente a fratura da ulna deve tentar colocar-se uma cavilha intramedular para a sua estabilização e auxílio no suporte. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. As fraturas de escapula em animais de companhia. São muitíssimo frequentes. Se do colo da escápula poderão ser estabilizadas com cavilhas cruzadas ou placas ósseas. Se do corpo da escápula poderão ser estabilizadas com arames ortopédicos ou placas ósseas. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Na estabilização de fraturas da sínfise mandibular em gatos utiliza-se com frequência. Arame interdentário / interfragmentário. Tratamento conservador (sem intervenção cirúrgica). Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. Em que função devo aplicar uma placa numa fratura simples transversa da diáfise do fémur. Posicionamento. Neutralização. Compressão dinâmica. Todas as opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Numa fratura simples transversa do fémur deveremos utilizar na sua estabilização. Cavilhas intramedulares aparafusadas. Placas em compressão dinâmica. Cavilha intramedular associada a hemi-cerclage. Todas as opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Na estabilização de uma fratura diafisária altamente cominutiva do radio poderia aplicar. Um fixador externo tipo II máximo. Uma placa óssea em função de posicionamento. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. Em que função devo aplicar uma placa numa fratura cominutiva redutível da diáfise da tíbia. Posicionamento. Neutralização. Compressão dinâmica. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. As fraturas Salter Harris tipo I da epífise distal do fémur podem estabilizar-se por meio de. Cavilhas de Rush. Placa óssea. Cavilhas cruzadas. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. As fraturas da asa e/ou corpo do íleo geralmente estabilizam-se por meio de. Arames ortopédicos. Cavilhas. Placa em compressão dinâmica ou neutralização. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. Nas fraturas cominutivas não redutíveis da tíbia podem estabilizar-se por meio de. Fixadores externos (ou placa de posicionamento mais cavilha IM). Placas em compressão dinâmica. Placas em neutralização associadas a parafuso lag. Cavilhas intramedulares e arames ortopédicos. Opto por não responder a esta questão. As fraturas acetabulares podem estabilizar-se por meio de. Placas de reconstrução. Placas de reconstrução. Cavilhas. Duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. As placas ósseas na escapula devem ser colocadas. Em 45º entre o corpo e a espinha. De forma indiferente em relação ao seu local. Duas das opções estão corretas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. No rádio uma placa óssea deve ser aplicada: Na sua face anterior em fraturas de 1/3 proximal da sua diáfise. Na sua face lateral em fraturas do 1/3 distal da sua diáfise. Na sua face lateral em fraturas do 1/3 proximal da sua diáfise. Na sua face anterior em fraturas do 1/3 distal da sua diáfise. Em qualquer uma das suas faces, independentemente do tipo de fractura em causa. O sistema Tie-in é. Um tipo de fixador externo. Um tipo de placa óssea. Constituído por uma cavilha intramedular ligada a um sistema de fixador externo. duas das opções estão corretas. Opto por não responder a esta questão. Os fixadores Ilizarov’s são um tipo de. Cavilhas intramedulares. Aparelhos de fixação externa circulares. Placas ósseas. Nenhuma das opções está correta. Opto por não responder a esta questão. |




