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CIAC 4º TEST

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CIAC 4º TEST

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Fecha de Creación: 2026/11/08

Categoría: Otros

Número Preguntas: 12

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No tratamento cirúrgico de uma luxação coxo femoral cranio-dorsal…. Removemos a cápsula articular para facilitar o acesso à articulação. Podemos ancorar um fio sintético não absorvível no centro do acetábulo. Não devemos colocar fios sintéticos não absorvíveis dentro da articulação. Podemos passar um fio não absorvível entre o ísquio e o colo do fémur através de orifícios. Duas estão correctas.

A osteotomia inter-trocanterica. Permite a rotação do acetábulo de forma a melhor acomodar a cabeça do fémur. Permite a correção da anteversão do colo femoral. Tem uma cicatrização lenta por ser realizada a nível diáfise femoral. Permite o aumento do angulo cervico-diafisario. Realiza-se em animais adultos após o encerramento das placas metafisarias.

A prótese total da anca. É um método preventivo da displasia da anca. Deve realizar-se até aos 5 meses de idade. Pode ser fixa ao fémur com cimento ósseo ou pode ser não-cimentada. É uma cirurgia simples sem riscos importantes. Deve realizar-se mesmo em animais assintomáticos com displasia da anca.

A sinfiodese púbica. Deve ser realizada em animais com idade inferior a 4 meses. É uma das opões cirúrgicas para tratamento da luxação coxo-femoral. Tem como objetivo o aumento da inclinação do bordo acetabular dorsal. Não implica acesso abdominal ao interior da cavidade pélvica. Realiza-se nos casos mais avançados de displasia da anca com lesão degenerativa.

Após redução manual de uma luxação coxofemoral crânio-dorsal. Não se deve imobilizar o membro para permitir retorno rápido de função. É aplicada uma ligadura de Velpeau no membro. Deve ser aplicado um gesso envolvendo a bacia pélvica e os dois membros. É aplicada um estribo de Ehmer ou ligadura em 8 no membro. Nunca se deve optar pela redução manual de uma luxação coxofemoral.

Durante a realização de uma osteotomia da cabeça e colo femoral. Realizamos a tenotomia parcial dos músculos glúteo profundo e vasto profundo. Realizamos osteotomia do trocânter maior do femur. Removemos toda a cabeça, colo femoral e cápsula articulada. Evitamos remover o colo femoral. Evitamos suturar a cápsula articular.

Durante uma osteotomia tripla da bacia. É aplicada uma placa especial a nível do ísquio para rodar externamente ao acetábulo. Realiza-se osteotomia do trocânter para aceder ao acetábulo. Obtém-se uma rotação externa do acetábulo que por norma se situa nos 20º a 30º. O corte do ísquio não é essencial para permitir rodar o acetábulo. São realizados apenas 2 acessos cirúrgicos distintos.

Um método preventivo de tratamento da displasia da anca. A ostectomia tripla pélvica. Recessão da cabeça do fémur. Prótese total da anca. A osteotomia intertrocantérica. 2 das anteriores.

Na redução manual da luxação coxofemoral mais frequente. Realiza-se tração cranial-ventral do membro. Realiza-se tração caudal-ventral do membro. Realiza-se tração caudal-dorsal do membro. Realiza-se tração cranial-dorsal do membro. Não se realiza tração.

No tratamento cirúrgico de uma luxação coxofemoral crânio-dorsal. Removemos a cápsula articular para facilitar o acesso á articulação. Podemos ancora um fio sintético não absorvível no centro do acetábulo. Não devemos colocar fios sintéticos não absorvíveis dentro da articulação. Podemos passar um fio não absorvível entre o ísquio e o colo do fémur através de orifícios. Duas das hipóteses anteriores estão certas.

Num cão jovem de grande porte em que existe história familiar de displasia da anca. Devemos esperar pelos 18 meses para fazer o RX de controlo de displasia da anca. Devemos recomendar repouso e confinamento em jaula até á idade adulta. A instabilidade articular não influencia o prognóstico para o desenvolvimento de artrose. Devemos recomendar a avaliação precoce da lassitude das ancas até aos 8 meses de idade. Nenhuma das hipóteses anteriores está certa.

A displasia da anca. Atinge maioritariamente os animais jovens de raças pequenas e médias. Tem origem unicamente hereditária. É normalmente unilateral. Resulta de instabilidade da articulação durante a fase de crescimento do animal. Deve implicar a eutanásia do animal para evitar o sofrimento deste.

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