DOM PEDRO II
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Título del Test:
![]() DOM PEDRO II Descripción: NAVEGATOR II |



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1. . SENHA. 2. . Quando efetuamos marcações de objetos na superfície terrestre (morros, faróis, navios, edifícios e etc.), chamamo-las de. Marcações. Alidade de Pínulas. governo. superfície terrestre. Azimute. porém, quando as marcações são feitas para astros (Sol, Lua, Estrelas, Planetas etc.), denominamos. Azimute. Marcações. Alidade de pinula. agulhas de governo. É o mais simples dos instrumentos de marcar, utilizada sobre um taxímetro para poder efetuar as marcações. Alidade Telescópica. Alidade de Pínulas. Círculo de Marcação. Círculo Azimutal. Consta de uma luneta provida de retículos montada sobre um círculo de marcação; serve para se obter uma marcação mais rigorosa do objeto. Alidade Telescópica. Círculo de Marcação. Círculo Azimutal. Alidade de Pínulas. Taxímetro. Faz uso da alidade de pínulas as embarcações que só possuem agulhas de governo. Taxímetro. Círculo Azimutal. Círculo de Marcação. Alidade de Pínulas. SEXTANTE. Obtém-se a marcação olhando-se através da luneta. Um dispositivo óptico permite que se marque o objeto e simultaneamente leia-se a graduação da rosa. Círculo de Marcação. Círculo de Marcação. Círculo Azimutal. sextante. Alidade Telescópica. É um anel que adaptado à parte superior da cuba ou repetidora, possui duas pínulas (ocular e objetiva) diametralmente opostas que quando levantadas permitem alinhar o olho do observador, o centro da rosa e o objeto marcado. Alidade de Pínulas. Círculo Azimutal. Taxímetro. SEXTANTE. Círculo de Marcação. leitura do ângulo é feita num prisma colocado logo abaixo da pínula objetiva. Círculo de Marcação. Círculo Azimutal. Taxímetro. SEXTANTE. É igual ao círculo de marcação, possuindo um prisma e um espelho de reflexão total (a mais). Tal espelho e prisma adicionais permitem que além da marcação de pontos, o círculo azimutal possa ser usado na determinação de azimute de astros. Círculo Azimutal. Círculo de Marcação. Alidade Telescópica. Alidade de Pínulas. Taxímetro. É um instrumento usado com a alidade de pínulas e, consta de uma cuba com uma rosa sem agulha. A rosa pode ser orientada pelo lado externo da tampa da cuba, introduzindo-se o rumo do navio na direção da linha de fé para fazermos a marcação como se fosse uma agulha. Taxímetro. Círculo Azimutal. Círculo de Marcação. Alidade Telescópica. é um instrumento ótico destinado a medir ângulos entre dois ou mais pontos, sendo usado principalmente na navegação astronômica, quando se tomam alturas de astros em relação ao horizonte. SEXTANTE. Taxímetro. Círculo Azimutal. Círculo de Marcação. Na navegação costeira, usa-se o ____________, quando se quer determinar a posição do navio conhecendo-se os ângulos entre três pontos de terra (segmentos capazes), ou mesmo saber a distância a um objeto, desde que se conheça a sua altura ou altitude. sextante. alidade de pinula. circulo de marcação. circulo azimutal. Existem dois tipos de sextantes. Vernier e Tambor Micrométrico. Vernier e Tambor METALICO. FORNIER e Tambor Micrométrico. jonier e Tambor Micrométrico. um antigo tipo de sextante, já em desuso e, por isso mesmo, fora da abordagem deste curso. Vernier. Tambor Micrométrico. Setor. Arco. Alidade. o Sextante mais avançado e de uso atual. Setor. Arco. Tambor Micrométrico. Alidade. Botão de Pressão. Constitui a parte que dá sustentação às demais peças, dizemos que é o corpo do sextante;. Setor. Arco. Alidade. Botão de Pressão. Tambor Micrométrico. Peça que arremata o setor, é um pouco maior que 60 graus, possui uma face polida, o Limbo, onde estão gravados os graus. Arco. Alidade. Setor. Botão de Pressão. Tambor Micrométrico. Tipo de régua que gira em torno de um eixo que passa pelo centro geométrico do setor. Na sua parte superior, encontra-se o Espelho Grande e na parte inferior, uma janela deixa aparecer uma parte do limbo. Uma seta gravada sob a janela, serve de índice para a leitura da gravação no limbo;. Setor. Arco. Alidade. Botão de Pressão. Localizado na parte inferior da alidade e serve para travá-la em determinada posição;. Alidade. Botão de Pressão. Setor. Tambor Micrométrico. Tambor Micrométrico. É um tambor que possui uma graduação de 0' a 60". Ao dar um giro completo no tambor, a alidade desloca-se em 1 grau sobre o limbo. Vernier. Espelho Pequeno. Tambor Micrométrico. Vidros Corados. Peça vizinha ao tambor. Possui uma divisão que varia de acordo com o fabricante. Tal divisão, diz respeito ao minuto, assim, se o vernier for divido em 10 partes, cada parte corresponde a 0,1 do minuto. Se for dividido em cinco partes, cada uma corresponderá a 0,2 do minuto e assim por diante. Espelho Pequeno. Vernier. Vidros Corados. Luneta. Punho. Tem como função, receber a imagem refletida do espelho grande, e fazê-la chegar ao olho do observador. Tem somente metade da face espelhada, de modo a permitir a visada direta ao horizonte e ao objeto visado. Vernier. Vidros Corados. Espelho Pequeno. Luneta. Punho. Localizados em frente aos espelhos e são usados para proteger à vista do observador da incidência direta dos raios solares;. Vidros Corados. Luneta. Punho. Cremalheira. Espelho Grande. É usada na observação de astros e medida de ângulos para pontos de terra, tem forma troncônica e imagem direta;. Luneta. Punho. Vernier. Cremalheira. Espelho Grande. Na parte inferior do setor, existe o Punho, por onde se segura o sextante, e os Pés onde se apoia o instrumento quando não está em uso;. Vidros Corados. Cremalheira. Espelho Pequeno. Punho. Vernier. Na face externa do arco existe a Cremalheira, onde irá atuar o Parafuso sem Fim que se encontra preso ao tambor micrométrico; e. Vidros Corados. Cremalheira. Espelho Grande. Espelho Pequeno. Também chamado de espelho índice. Espelho Pequeno. Luneta. Punho. Cremalheira. Espelho Grande. Colocar a alidade e o micrômetro a zero;Visar o horizonte do mar; eObservar no espelho pequeno, como aparece a imagem direta e a refletida, quando as imagens formam um dente, para baixo ou para cima, faz-se o alinhamento das mesmas manobrando com o tambor do micrômetro, com o que, esse último e a alidade saem do zero. Correção para o erro instrumental. Medição de Ângulos. Leitura de Ângulos. MANUSEIO E MANUTENÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE NAVEGAÇÃO. Ao medir o ângulo entre dois pontos na costa com o sextante, qual é o primeiro procedimento mecânico executado para aproximar a imagem refletida do segundo ponto?. Bascular os filtros coloridos do espelho grande. Girar rapidamente o tambor do micrômetro no sentido horário. Apertando-se o botão de pressão (braçadeira) para liberar e deslocar a alidade. Ajustar o foco da luneta para aproximar o horizonte. Através de qual componente óptico do sextante o observador visa diretamente o primeiro ponto de referência (imagem direta)?. O espelho grande, posicionado no topo da alidade. O limbo graduado na base do instrumento. A parte transparente do espelho pequeno, através da luneta. O tambor micrométrico de ajuste fino. Após soltar o botão de pressão e travar a alidade, qual componente deve ser manobrado para realizar o ajuste fino e fazer com que as duas imagens fiquem exatamente no mesmo plano?. O tambor do micrômetro. O botão de pressão da alidade. O filtro móvel de tonalidade. A ocular da luneta telescópica. O texto menciona que um "jogo de punho" é, às vezes, necessário durante a observação. Na prática da navegação, qual é o objetivo técnico principal desse movimento oscilatório?. Limpar possíveis gotículas de água salgada depositadas nos espelhos e na luneta. Garantir a perfeita verticalidade do sextante, fazendo o astro refletido descrever um arco cujo ponto mais baixo deve tangenciar o horizonte. Aumentar o campo visual da luneta para compensar o balanço severo da embarcação. Testar mecanicamente se a alidade ficou bem travada nos dentes da cremalheira do limbo. A medição do ângulo horizontal entre pontos notáveis da costa serve para obter Linhas de Posição (LDP). Qual instrumento tradicional de plotagem é utilizado sobre a carta náutica para cruzar esses ângulos medidos com o sextante?. Régua paralela. Compasso de navegação. Estatógrafo (ou sextante de três braços). Alidade azimutal da repetidora da giroscópica. Agulha Magnética a) deverá estar sempre protegida pela capuchana, quando em lugares externos e quentes;. V. F. manter a bitácula sempre bem ABERTA , não usar para tal, fechadura ou cadeado de material magnético;. V. F. não deixar objetos de material magnético próximo a bitácula;. V. F. MEXER PARA CONSERTAR E alterar a posição dos ímãs compensadores;. V. F. eliminar, quando necessário, as bolhas de ar que se formam ocasionalmente na cuba do aparelho. V. F. providenciar nova compensação quando necessário. V. F. não deixar os instrumentos expostos ao sol ou a chuva;evitar dar pancadas. após o uso, guardá-los nas respectivas caixas, tendo o cuidado de enxugá-los caso estejam molhados; e logo que chegue ao porto, retirá-los das caixas, limpá-los com um pano umedecido, depois com um pano seco e lubrificá-los com desengripante. 4.3.2 – Instrumentos de Marcar. 4.3.3 – Sextante. 4.3.4 – Cronômetro. 4.3.1 – Agulha Magnética. segurar o sextante pelo punho ou pelo setor; ao girar a alidade, destravá-la completamente; não deixá-lo exposto ao sol; após a observação na chuva ou apanhando borrifo do mar, passar um pano umedecido com água destilada e depois uma flanela seca; limpar os espelhos com lenço de papel sem, contudo, forçá-los; e retirar a pilha do sistema de iluminação, após o uso. 4.3.3 – Sextante. 4.3.2 – Instrumentos de Marcar. 4.3.4 – Cronômetro. 4.3.1 – Agulha Magnética. não deixá-lo exposto ao sol ou umidade; ,não aproximar do mesmo, material magnético (ímã); não dar pancadas, pois sua marcha pode ser alterada; ao transportá-lo, deverá fazê-lo em uma caixa apropriada ou na horizontal com a suspensão cardin travada; verificar o prazo de validade do óleo lubrificante ou da bateria. 4.3.4 – Cronômetro. 4.3.3 – Sextante. 4.3.2 – Instrumentos de Marcar. 4.3.1 – Agulha Magnética. é o ângulo horizontal formado entre uma direção fixa tomada como referência, e a direção que passa pelo objeto marcado. Marcação. ANGULO. SEXTANTE. PINULA. Quando o ângulo da marcação é contado a partir do Norte Verdadeiro (N) até o objeto, varia de 000º,0 a 360º,0 no sentido horário. Marcação verdadeira (M). Marcação magnética (Mmg). Marcação da agulha (Mag). Marcação da giroscópica (Mgi). Quando o ângulo da marcação parte do Norte Magnético (Nmg) até o objeto, varia de 000º,0 a 360º,0 no sentido horário. Marcação da agulha (Mag). Marcação da giroscópica (Mgi). Marcação verdadeira (M). Marcação magnética (Mmg). Quando o ângulo da marcação é contado a partir do Norte da Agulha (Nag) até o objeto, varia de 000º,0 a 360º,0 no sentido horário. Se a agulha utilizada for a Padrão, chamaremos de Marcação da Agulha Padrão (Mpd). Mas, se for a de governo, chamaremos de Marcação da Agulha de Governo (Mgv). Marcação magnética (Mmg). Marcação verdadeira (M). Marcação da agulha (Mag). Marcação da giroscópica (Mgi). Quando o ângulo da marcação é contado a partir do Norte da Giro (Ngi) até o objeto, varia de 000º,0 a 360º,0 no sentido horário. Marcação da agulha (Mag). Marcação da giroscópica (Mgi). Marcação magnética (Mmg). Marcação verdadeira (M). Quando o ângulo horizontal é formado a partir da proa da embarcação, até a direção do objeto. Tal ângulo é contado de 000º,0 a 360º,0 , no sentido horário. Marcação Relativa (Mrl). Marcação Polar (Mp). Marcação da agulha (Mag). Marcação da giroscópica (Mgi). Quando o ângulo horizontal também é formado a partir da proa da embarcação até a direção do objeto. Na "Mp", o ângulo é contado de 000º,0 a 180º,0 para "BE" e para "BB". Marcação Polar (Mp). Marcação Relativa (Mrl). Marcação da giroscópica (Mgi). Marcação da agulha (Mag). 4.5 – ESCOLHAS DOS PONTOS A SEREM MARCADOS E ANOTAÇÕES DAS MARCAÇÕES 4.5.1 – Detalhes importantes Ao escolher os pontos a serem usados na determinação de uma posição, deve-se atentar para os seguintes detalhes: a) se a posição vai ser determinada por duas retas de marcação, o ideal é que o ângulo entre elas seja próximo de 90º; e b) se forem tomadas três marcações, os ângulos entre as retas deverão ser próximos de 60º. V. V. 4.5 – ESCOLHAS DOS PONTOS A SEREM MARCADOS E ANOTAÇÕES DAS MARCAÇÕES 4.5.1 – Detalhes importantes Ao escolher os pontos a serem usados na determinação de uma posição, deve-se atentar para os seguintes detalhes: a) se a posição vai ser determinada por duas retas de marcação, o ideal é que o ângulo entre elas seja próximo de 90º; e b) se forem tomadas três marcações, os ângulos entre as retas deverão ser próximos de 60º. 4.5.2 – Cuidados nas Marcações. 4.5.2 – Cuidados nas Marcações. A operação de transformar marcações das agulhas náuticas em marcações verdadeiras ou vice-versa, é denominada de. correção de marcações. SEXTANTE. PINULA. ARCO. O Brasil, filiado à __________________ entidade responsável pela coordenação dos serviços de sinalização náutica em âmbito internacional, adotou o sistema da Região "B" dentre as duas alternativas apresentadas na 10ª. Conferência de Tóquio para harmonização dos sistemas de balizamento. "International Association of Light house Autorities" IALA. coe. ABIDALA. AULAALA. África do sul, Alemanha, Argélia, Austrália, Bélgica, Congo, Dinamarca, Djibouti, Escócia, Finlândia, França, Gabão, Grécia, Holanda, Hong-kong, Inglaterra, Irã, Irlanda, Iugoslávia, Jersei, Noruega, Quênia, Omã, Polônia, Portugal, Romênia, Russia, Singapura, Suécia e Tunísia. Região “B”. Região “A”. Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Caribe, Chile, Coréia, Costa rica, Cuba, Equador, EUA, Filipinas, França (Guiana e possessões no caribe), Honduras, Japão, México, Panamá, Panamá, Peru, Uruguai, Venezuela. Região “A”. Região “B”. Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Caribe, Chile, Coréia, Costa rica, Cuba,. B. A. Equador, EUA, Filipinas, França (Guiana e possessões no caribe), Honduras,. A. B. Japão, México, Panamá, Panamá, Peru, Uruguai, Venezuela. A. B. África do sul, Alemanha, Argélia, Austrália, Bélgica, Congo, Dinamarca. B. A. Djibouti, Escócia, Finlândia, França, Gabão, Grécia, Holanda, Hong-kong. A. B. Inglaterra, Irã, Irlanda, Iugoslávia, Jersei, Noruega, Quênia, Omã, Polônia,. A. B. Portugal, Romênia, Russia, Singapura, Suécia e Tunísia. A. B. É o conjunto de sinais fixos ou flutuantes que indicam os canais e demarcam os perigos nos portos, baias, rios, lagos e lagoas navegáveis. O navegante que avista um farol, farolete, boias, baliza ou qualquer outro auxílio visual à navegação, mesmo estando distante do sinal, deve ser capaz de identificá-lo rapidamente. Balizamento. MARCAÇÃO. SEXTANTE. PONTO. Balizamento Pelo formato, pela forma do tope, pela cor ou pelo som emitido. durante o dia. durante a noite. Pelas luzes (cor e ritmo) ou pelo som emitido. NOITE. DIA. É a aparência pela qual as luzes são identificadas, obtida pela combinação de seus principais aspectos, cor e ritmo, sendo identificados: Característica da luz. durante a noite. I) de uma só cor; e II) de mais de uma cor (luzes alternadas). quanto à cor da luz:. durante o dia. I) Fixa (F) luz exibindo-se contínua e uniformemente; II) Lampejo (Lp) quando a duração da luz é menor que a da obscuridade; III) Ocultação (Oc) quando a duração da luz é maior que a da obscuridade; IV) Isofase ou Isofásica (Iso) quando a duração da luz é igual a da obscuridade; e V) Período que é o intervalo decorrido entre dois sucessivos inícios da mesma fase de luz, em um balizamento luminoso. durante a noite. Quanto à duração da luz e da obscuridade:. De acordo com a forma que apresentam, os sinais podem ser. luminosos e cegos. claro e escuro. branco e preto. amarelo e vermelho. farol, farolete, barca farol, luzes de alinhamento, boia luminosa. sinais luminosos. boia luminosa. boia cega e baliza. sinais cego. sinais luminosos. É toda armação, de ferro ou cimento armado, montada em pontos de coordenadas geográficas conhecidas na costa ou em ilhas oceânicas, bancos, rochedos, recifes ou margens de rios, dotado de equipamento luminoso, que exibe luz com alcance igual ou inferior a 10 milhas. Farolete (Fte). Farol (Far). Boia. Baliza (Bz). É toda armação, de ferro ou cimento armado, montada em pontos de coordenadas geográficas conhecidas, na costa ou em ilhas oceânicas, bancos, rochedos, recifes ou margens de rios, dotado de equipamento luminoso, exibe luz com alcance a superior a 10 milhas. Farolete (Fte). Farol. Boia. Baliza. É todo dispositivo flutuante que exibe luz ou não (boia luminosa ou cega). As boias luminosas ou cegas podem ser dotadas de dispositivo para sinais de cerração (sino, gongo, etc). O sinal de um balizamento em que o aparelho de luz é montado sobre o mangrulho. Farol. Boia. Farolete. Baliza. Haste de ferro ou cimento-armado desprovida de luz, encimada por um tope que terá a forma do tope de acordo com o significado da baliza. podem ser fixas ou flutuantes. baliza. Boia. Farol. Farolete. É uma embarcação de pequeno porte, dotada ou não de propulsão e munida de um mastro de forma especial em cujo tope é adaptado um aparelho de luz. Barca-Farol. Baliza. Boia. Farol. São sinais fixos usados aos pares (fig. 5.7 a seguir), para assinalar a direção de um canal ou da entrada de um porto, utilizados quando se deseja determinar o desvio da giro (DGI. Baliza. Luzes de alinhamento. Barca-Farol (B-F). Boia. É aquele destinado à demanda de terra ou correção de estima para os navios que vem do largo. Deve possuir um alcance geográfico e uma intensidade luminosa o suficiente a permitir que o mesmo seja avistado a mais de 20 milhas da costa. Farol de Aterragem. Farol de Navegação Costeira. Farol de Cabotagem. Faróis guarnecidos (G). Fica situado em pontos em que o navegante tem interesse em reconhecer, como ilhas, escolhos, bancos etc.;. Farol de Aterragem. Farol de Navegação Costeira. Farol de Cabotagem. Faróis guarnecidos (G). Destinados à navegação de cabo a cabo, sendo distribuídos pela costa em número suficiente, de modo que o navegante tenha sempre elementos para verificar a sua posição. Farol de Aterragem. Farol de Navegação Costeira. Farol de Cabotagem. Faróis automáticos (SG). Farol de maior importância para a navegação, dotado de pessoal especializado (faroleiros), destinado a acompanhar e garantir continuamente o seu funcionamento. Faróis automáticos (SG). Faróis guarnecidos (G). Farol de Cabotagem. Farol de Navegação Costeira. Muitas vezes, atendendo a diferentes motivos, os faróis não dispõem de pessoal especializado para a sua manutenção e funcionamento, operam automaticamente. Faróis guarnecidos (G). Radiofaróis. Farol de Cabotagem. Faróis automáticos (SG). É uma estação de terra que transmite em ondas radioelétrica para navio ou avião. No nosso caso o navio funciona como um receptor e marca o farol com o Radiogoniômetro. Radiofaróis. Aerofaróis. Faróis automáticos (SG). Faróis guarnecidos (G). Farol de Cabotagem. São destinados à navegação aérea, podendo ocasionalmente ser utilizados para a navegação marítima. Aerofaróis. Radiofaróis. Faróis guarnecidos (G). Faróis automáticos (SG). Por vezes, devido à saliência da costa, ilhas, etc, os faróis só podem ser avistados dentro de determinadas marcações, denominados de. setor de visibilidade do farol. Aerofaróis. Radiofaróis. Faróis automáticos (SG). é o conjunto de sinais de auxílio a navegação, fixos ou flutuantes que indicam os canais e demarcam os perigos nos portos, baias, rios, lagos e lagoas navegáveis, destinando-se a: a) indicar ao navegante o caminho a ser seguido; b) indicar os limites de um canal navegável, seu início e fim, ou a bifurcação de canais; c) alertar o navegante quanto à existência de um perigo à navegação; d) indicar a existência de águas seguras; e e) indicar a existência e a rota de cabos ou tubulações submarinas; delimitar áreas especiais (área de exercício de tiro). balizamento. asasas. ponto. marcação. O sistema de balizamento IALA possui qnts tipos de sinais. 5. 4. 3. 2. Indicam os lados de bombordo e boreste de uma rota a ser seguida, de acordo com uma direção estipulada. Sinais laterais. INDICADORES. PONTUADORES. LATERALIZADOR. SITUADOR. Estes sinais em cor verde devem ser deixados por bombordo por quem entra nos portos. Quando luminosa, exibe luz verde com qualquer ritmo, exceto grupo de lampejos compostos por (2 + 1) por período, com formato cilíndrico, pilar e charuto. Sinal lateral de bombordo. Sinal lateral de boreste. Sinal lateral de central. Estes sinais em cor encarnada devem ser deixados por boreste por quem entra nos portos. Quando luminosa, exibe luz encarnada com qualquer ritmo, exceto grupo de lampejos compostos por (2 + 1) por período, com formato cônico, pilar e charuto. Sinal lateral de boreste. Sinal lateral de bombordo. central. É usado quando um canal se bifurca e o canal preferencial for a bombordo, o sinal de boreste, modificado, pode ser usado. Quando luminosa, a boia deve exibir luz encarnada com um grupo de lampejos compostos por (2 + 1) por período, com formato cônico, pilar ou charuto. Sinal lateral de boreste. Sinal lateral de canal preferencial a bombordo. Sinal lateral de bombordo. Sinal lateral de canal preferencial a boreste. É usado quando um canal se bifurca e o canal preferencial for a boreste, o sinal de bombordo, modificado, pode ser usado. Quando luminosa, a boia deve exibir luz verde com um grupo de lampejos compostos por (2 + 1) por período, com formato cilíndrico, pilar ou charuto. Sinal lateral de canal preferencial a boreste. Sinal lateral de canal preferencial a bombordo. Sinal lateral de boreste. Sinal lateral de bombordo. Indicam que as águas mais profundas na área considerada encontram-se no lado (quadrante) designado pelo sinal. Não possuem um formato específico, porém adotam normalmente a forma de pilar ou charuto. Sinais cardinais. sinais. sinalizadores. jorge carrascal. Marca do tope composta de dois cones pretos um sobre o outro com os vértices para cima, possui faixa preta sobre a amarela, exibe luz branca com lampejos rápidos ou muito rápidos. norte. sul. leste. OESTE. Marca do tope composta de dois cones pretos um sobre o outro base a base, sua cor é preta com uma faixa larga horizontal amarela, exibe luz branca com lampejos triplos muito rápidos a cada 5 segundos ou rápidos a cada 10 segundos. NORTE. SUL. LESTE. OESTE. marca do tope composta de dois cones pretos um sobre o outro com os vértices para baixo, possui faixa amarela sobre a preta, exibe luz branca com lampejos muito rápidos (6) + lampejo longo a cada 10 segundos; ou grupo de rápidos (6) + lampejo longo, a cada 15 segundos. NORTE. SUL. LESTE. OESTE. marca do tope composta de dois cones pretos um sobre o outro ponta a ponta, sua cor é amarela com uma faixa larga horizontal preta, exibe luz branca com lampejos muito rápidos (9), a cada 10 segundos ou grupo de lampejos rápidos (9) a cada 15 segundos. OESTE. SUL. NORTE. LESTE. Este sinal é colocado sobre um perigo de pequena área, que tenha águas navegáveis em toda a sua volta. As marcas de tope de duas esferas pretas, uma sobre a outra, e as luzes brancas dos grupos de lampejos (2), servem para diferenciar os sinais de perigo isolado dos sinais cardinais. Sinal de perigo isolado. Sinal cardinal oeste:. NORTE. SUL. Indica águas navegáveis em torno do sinal, porém não sinaliza um perigo. Pode ser usado, por exemplo, como sinal de meio de canal ou sinal de aterragem. São de formato esférico, pilar ou charuto com tope esférico encarnado, possui faixas verticais e brancas. Suas luzes, quando existentes, são brancas isofásicas, ou de ocultação, ou de lampejo longo a cada 10 segundos, ou em código Morse exibindo a letra “A”. Sinal de águas seguras. Sinal de perigo isolado. Sinal cardinal oeste:. Sinal cardinal sul. Não são primordialmente destinados a orientar a navegação, mas que indicam uma área ou característica especial mencionada em documentos náuticos apropriados. Exemplo: boia oceanográficas, sinais de separação de tráfego, área de exercícios militares, cabo ou tubulação submarina. Sinais especiais. Sinal de águas seguras. Sinal de perigo isolado. Sinal cardinal oeste:. Convém salientar, especialmente, que um “novo perigo” –termo usado para descrever um perigo ainda não mostrado em documentos náuticos – pode ser indicado mediante uma duplicação do sinal normal, até que a informação tenha sido suficientemente promulgada. 5.1.14 – Novos perigos. 5.1.13 – Sinais especiais. 5.1.12 – Sinal de águas seguras. 5.1.11 – Sinal de perigo isolado. |




