ORTO CMBR
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Título del Test:
![]() ORTO CMBR Descripción: 2021-2022 2S |



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1. Patologia do joelho.Veja a imagem da RMN apresentada. Qual a sua hipótese diagnóstica mais provável?. A. Lesão do ligamento cruzado Anterior. B. Lesão do ligamento cruzado Posterior. C. Lesão de osteocondrite dissecante do joelho. D. Rotura do menisco Externo. E. Roturado Menisco Interno e masa de cesto. 2. Na história NÃO seria compatível com o seu diagnóstico: A. Hemartrose pura do joelho. B. Derrame sero-hemático. C. Derrames de repetição. D. Histórias de bloqueio do joelho. E. Provas meniscais positivas. 3. Na exploração clínica do seu doente esperaria NÃO encontrar: A. Teste de Apley negativo. B. Teste de McMurray negativo. C. Derrame intra-articular discreto. D. Prova de Lachman positiva. E. Diminuição da extensão do joelho. 4. Quanto ao tratamento a opção mais correcta para este caso seria: A. Tratamento conservador. B. Meniscectomia por cirurgia aberta. C. Meniscectomia por via artroscópica. D. Remodelação meniscal artroscópica. E. Reparação meniscal artroscópica. . 5. Mulher de 41 anos com luxação posterior da anca. Após uma redução conseguida. Qual a sua atitude seguinte: A. TAC da anca e pélvis. B. Aplicação de calção gessado. C. Avaliação da estabilidade da anca em exame sob anestesia no bloco operatório. D. Tração esquelética femoral. E. Tração esquelética tibial e trocantérica. 6. Homem de 66 anos esquiador e corredor amador, sofreu queda da qual resultou fratura do colo femoral. Qual a melhor opção de tratamento?. A. Hemiartroplastia bipolar. B. Redução aberta e fixação interna. C. Hemiartroplastia unipolar. D. Tratamento não cirúrgico e seguimento apertado. E. Artroplastia total da anca. 7. Jogador de basquetebol com 22 anos, que ao colocar apoio no solo após salto sente dor e estalido. Edema imediato, dor e incapacidade de extensão activa do joelho. RX mostra patela alta. O tratamento deve incluir: A. Imobilização gessada com joelho em extensão. B. Aplicação de uma ortótese do joelho,e retorno progressivo da atividade desportiva. C. Reparação primária do tendão patelar. D. Infiltração intra-articular. E. Reparação do tendão quadricipital. 8. Umindividuode55anos,sofreucolisãofrontalcomoseuveículo.Tempulsospalpáveisdistalmentee sem alterações neurovasculares. Apresenta edema moderado do joelho. Radiologicamente apresenta uma fratura pratos da tíbia bicondilar. Qual das seguintes opções é o melhor tratamento da lesão?. A. Imobilização gessada com carga precoce. B. Fixação externa por 8 a 12 semanas, carga precoce com o fixador externo, exercícios ativos de mobilidade do joelho. C. Redução fechada, imobilização gessada, descarga por 8 a12 semanas. D. Redução aberta, fixação interna com parafusos e/ou placas, descarga por 8 a12 semanas. E. Imobilização gessada funcional com carga progressiva e exercícios ativos de mobilidades do joelho. 9. Mulher 70 anos, com fratura exposta tíbia Gustilo & Anderson tipo 3A. Qual das seguintes intervenções demonstrou diminuir o risco de infeção no foco de fratura?. A. Irrigação e lavagem pulsátil de alta pressão. B. Administração imediata profilática de antibióticos. C. Aplicação no SU de sistema VAC na zona de defeito de tecidos moles. D. Desbridamento cirúrgico nas primeiras 6 a 8 horas. E. Lavagem e aplicação de sistema VAC. 10. Rapaz de 17 anos com queda em jogo de ténis, da qual resultou fratura do terço médio da clavícula. Qual das seguintes aumenta o risco de não união num tratamento conservador das fraturas da clavícula: A. Tratamento com suspensão braçal. B. Imobilização com cruzado posterior. C. Sexo masculino. D. Deslocamento e cominuição. E. Idade <20 anos. 11. 26 anos, com lesão em jogo de futebol da qual resultou fratura bimaleolar com deslocamento mínimo, sem alterações cutâneas significativas nem neurovasculares. Qual das seguintes características da fratura é o maior indicador da necessidade de fixação cirúrgica: A. Grau de deslocamento inicial da fratura da fibula. B. Posição do talus na mortalha articular do tornozelo. C. Presença de equivalente de fratura medial. D. Nível de fratura da fibula. E. Rotura dos ligamentos laterais do tornozelo. 12. Rapariga de 8 anos, obesa, sem queixas prévias, que após passeio de bicicleta, se apresenta com dores na anca direita. RX revelam à direita EFS (Epifisiólise Femoral Superior) com uma anca normal à esquerda. Qual dos seguintes fatores é indicação para fixação profilática da anca esquerda nesta doente: A. Obesidade. B. Idade. C. Instabilidade da EFS anca direita. D. EFS direita aguda, sem sintomas prévios. E. Sexo. 13. Mulher de 63 anos, com história de carcinoma metastático do pulmão, diabetes e bradicardia que motivou colocação de pacemaker. Apresenta-se referindo que espontaneamente começou a sentir fraqueza nos membros inferiores acompanhada de retenção urinária com evolução de 24 horas. Qual o passo seguinte na sua abordagem: A. Pesquisa de metástases, com TAC torácico e preparação para biopsia se necessário. B. Metilprednisolona intravenosa em alta dose, com repouso no leito, durante 24 horas. C. Administração de AINES intravenoso, modificação da atividade, fisioterapia e vigilância a curto prazo. D. Mielo TAC de emergência da coluna lombar e sagrada. E. RM do tórax e RM de emergência. 14. Quanto à fratura de Colles, NÃO é verdade que: A. Resulta de uma queda com a mão em extensão. B. A sua redução e imobilização gessada deve ser tentada. C. A redução deve ser controlada radiologicamente após imobilização. D. O tempo total de imobilização deve ser de 6 semanas. E. Após uma redução bem conseguida e controlada radiologicamente, não há necessidade de controlo radiológicos posteriores. 15. No seu estudo de instabilidade do ombro realizam-se alguns testes. Qual deles NÃO se realiza no estudo de instabilidades?. A. Load and shifttest. B. Teste da apreensão anterior. C. Teste de Jobe. D. Teste de Rowe. E. Teste de Feagin. 16. A lesão de Essex-Lopresti consiste: A. Numa fratura da cabeça radial associada uma luxação/disjunção radioulnar distal. B. Numa luxação postero-lateral do cotovelo. C. Numa fratura do rádio distal com luxação/disjunção radioulnar distal. D. Numa fratura proximal da ulna com luxação radioulnar superior. E. Numa fractura dos ossos do antebraço com luxação do cotovelo. 17. No exame físico da anca, a presença de um sinal de Thomas positivo significa: A. Encurtamento do membro superior. B. Encurtamento abaixo da anca. C. Deformidade fixa em flexão da anca. D. Deformidade fixa em rotação externa. E. Deformidade fixa em rotação interna. 18. Doente do sexo masculino, 45 anos de idade, vem à consulta por lombalgia. A tosse provocava irradiação da dor para o membro inferior direito. Refere igualmente alteração da sensibilidade na planta e bordo lateral do pé. No exame físico existe positividade do teste de Laségue, diminuição da força de dorsiflexão dos dedos e do reflexo aquiliano. Qual o diagnóstico mais provável?. A. Hérnia discal L5-S1. B. Hérnia discal L4-L5. C. Hérnia disca lL1-L2. D. Hérnia discal L2-L3. E. Nenhuma das anteriores. 19. Na presença de um adolescente com dor crónica na coluna dorsal e uma deformidade em cifose, assinale o diagnóstico clínico mais provável: A. Doença de Sinding-Larsen-Johansson. B. Doença de Scheuermann. C. Doença de Köhler. D. Hérnia discal dorsal. E. Doença de Legg-Calvé-Perthes. F. Fratura supracondiliana do fémur fechada. 20. A Fig 1 representa uma fratura supracondiliana do fémur fechada, num sinistrado com 45 anos de idade. NÃO é característica desta fratura: A. Maior incidência emi dosos, em traumatismos de baixa energia. B. Maior incidência em jovens, em traumatismos de alta energia. C. Estas fracturas não estão associadas a lesões neurovasculares. D. Presença de hemartrose está presente nestas fraturas. E. Nesta fractura a avaliação de lesões cutâneas é imprescindível. 21. O fragmento distal está desviado em. A. Flexão por acção dos gemeos. B. Flexão por acção dos vastos. C. Extensão por acção dos gémeos. D. Extensão por acção dos vastos. E. Nenhuma das anteriores. 22. Quanto ao tratamento da fractura apresentada: A. Tratamento cirúrgico com fixadores externos. B. Tratamento cirúrgico com placa e parafusos. C. Tratamento com imobilização gessada. D. Encavilhamento centro medular anterógrado. E. Tratamento cirúrgico com parafusos. 23. A Fig. 2A representa uma fractura da clavícula. Tratando-se de um individuo jovem o mecanismo lesional mais comum: A. Traumatismo direto do ombro. B. Traumatismo direto da clavícula. C. Traumatismo indireto. D. Fracturas de stress(pós-radioterapia). E. Secundárias a traumatismo omoplata. 24. As fracturas da clavícula NÃO estão habitualmente associadas a: A. Fracturas da escapula. B. Dissociação escapulotorácica. C. Fracturas diáfise úmero,. D. Fracturas das costelas. E. Pneumotórax. 25. São indicação para tratamento cirúrgico: A. Fracturas com deslocamento e encurtamento inferior. B. Fracturas expostas. C. Fracturas com compromisso neurovascular. D. Fracturas com compromisso cutâneo. E. Fraturas associadas a lesão do plexo braquial. 3. 22 anos, com dores mistas de predomínio noturno. Evolução de 6 meses. Imagem radiológica revela lesão diafisária do fémur com massa de tecidos moles. VS e LDH elevadas. Leucocitose e febre. Fosfatase alcalina normal. Quais os seus diagnósticos diferenciais: A. Osteomielite e Sarcoma de Ewing. B. Osteomielite e osteossarcoma. C. Osteomielite e linfoma. D. Osteomielite e metástase de neuroblastoma. E. Sarcoma de Ewing e osteossarcoma. 4. Qual o seu diagnóstico: A. Osteossarcoma. B. Linfoma. C. Osteomielite. D. Sarcoma de Ewing. E. Carcinoma metastático. |




