option
Cuestiones
ayuda
daypo
buscar.php

Rumiantes

COMENTARIOS ESTADÍSTICAS RÉCORDS
REALIZAR TEST
Título del Test:
Rumiantes

Descripción:
1º frecuencia rumiantes

Fecha de Creación: 2026/10/15

Categoría: Otros

Número Preguntas: 66

Valoración:(0)
COMPARTE EL TEST
Nuevo ComentarioNuevo Comentario
Comentarios
NO HAY REGISTROS
Temario:

No tratamento das indigestões ruminais, não fazem parte: Administração de gluconato de cálcio subcutâneo. Administração de 5-20 L de água morna intrarruminal. Administrar sacarose (cerca de 5-6 kg) por sonda esofágica. Transfaunação. Duas das anteriores.

A que nível é mais comum a obstrução esofágica por corpo estranho?. B e C. A e C. A e B. A e D. B e D.

A estratificação ruminal é indicativo de: Motilidade ruminal fisiológica. Anorexia prolongada. Alimentos muito fibrosos. Acidose ruminal. Duas das anteriores.

Partículas > 0,5 cm nas fezes dos bovinos. Não têm qualquer significado. Significam patologia do abomaso. Indicam síndrome ruminite-abcesso hepático. Podem ser devidas a alterações na passagem retículo-omasal. Duas das anteriores.

Na indigestão simples. O fluido ruminal apresenta uma flutuação aumentad. O cheiro do fluido ruminal é mais intenso. Existe um grande número de lactobacilos no fluido ruminal. A prova do azul de metileno está aumentada. Duas das anteriores.

Considere o seguinte caso clínico: vaca maronesa, 5 anos, 4 meses post partum, fugiu e foi encontrada num campo de milho. Animal apresenta-se deprimido, mucosas congestionadas, 37.5ºC, teste da prega de pele aumentado, olhos afundados, bruxismo, sinais de cólica, ataxia, abdómen distendido, rúmen sem estratificação com conteúdo líquido, atonia ruminal. Colheita de fluido ruminal por ruminocentese: pH 4,5 Neste cao o abdómen diendido men em eaificação com conedo líqido é deido a. Formação de espuma estável no rúmen. Torção do abomaso à esquerda. Efeito osmótico do ácido lático. Regurgitação de fluidos do abomaso para o rúmen. Nenhuma das anteriores.

O O na imagem aneio ee paa indica o local de. Administração de fluidos. Trocarterização do ceco. Trocarterização do rúmen. Colheita de fluido ruminal. Nenhuma das anteriores.

São sinais característicos de Síndrome de Hoflund (ou indigestão vagal): Bradicardia e diminuição dos movimentos retículo-ruminais. Os ruminantes não apresentam síndrome de Hoflund. Taquicardia e aumento dos movimentos reticulo-ruminais. Taquicardia e diminuição dos movimentos retículo-ruminais. Bradicardia e aumento dos movimentos reticulo-ruminais.

A disfunção da bomba omasal (estenose funcional anterior) normalmente origina. Impactação do abomaso. Diminuição do perímetro abdominal. Bradicardia. Aumento da estratificação ruminal. Fezes abundantes e pastosas.

No tratamento da abomasite. Administramos sais de magnésio ou carbonato de cálcio. Não existem abomasites em bovinos. Administramos omeprazol per os. Efetuamos uma lavagem abomasal com água morna. Utilizamos AINEs.

A imagem anterior está relacionada com: Resolução conservativa do deslocamento do abomaso à esquerda. Resolução da alcalose ruminal. Resolução cirúrgica do deslocamento do abomaso à direita. Resolução médica da reticuloperitonite traumática. Nenhuma das anteriores.

A obstrução do esófago. A correta extração do corpo estranho inclui uma boa contenção, lubrificação e eventualmente sedação. Quando ocorre por corpo estranho deve ser puxado em direção oral, sempre sob anestesia geral. Quando ocorre por corpo estranho deve ser sempre empurrado para dentro do rúmen. Quando ocorre por corpo estranho deve ser efetuada uma esofagotomia. Duas das anteriores.

O tratamento e prevenção da patologia dos cascos em vacas leiteiras: É efetuado preferencialmente durante o período seco. Deve ser efetuado a partir do índice locomotor 4 ou superior. Deve ser feito semestralmente. Não há utilidade em fazer aparos preventivos, apenas terapêuticos. Duas das anteriores.

Uma vaca que apresenta um dorso direito em estação e curvo em andamento apresenta. Um índice locomotor de 2. Um índice locomotor de pelo menos. Um índice locomotor de 1 se também apresentar claudicação. Não apresenta problemas de cascos. Todas as anteriores estão erradas.

A Pododermatitis circumscrita septica. É um processo secundário a uma penetração de um corpo estranho no córion. A fisiopatogenia inclui maus aprumos do animal devido aos cascos. É um processo infecioso da pele interdigital devido a agentes bacterianos ambientais. Ocorre na unha contralateral onde se observam as úlceras da sola. Nenhuma das anteriores.

A imagem anterior indica uma lesão típica nos cascos de vacas leiteiras. Talonite aguda. Pododermatite difusa assética. Pododermatite circunscrita assética. Solite aguda. Nenhuma das anteriores.

Um bovino de 500 kg com desidratação a 10% e com deslocamento do abomaso à direita beneficia terapeuticamente: Da administração de 2 L de NaCl hipertónico por via IV seguidos de fluidos isotónicos. Da administração de 50 L de solução isotónica per os. Da administração de 100 ml de bicarbonato a 4%. Da administração de 1 L de Ringer-Lactato IV. Nenhuma das anteriores.

A sequencia correta do aparo corretivo nos cascos pélvicos de bovino. Sola medial; talão medial; sola lateral; talão lateral. Pinça medial; parede abaxial; sola medial; pinça lateral; parede abaxial; sola lateral; slope. Pinça lateral; parede abaxial; sola lateral; pinça medial; parede abaxial; sola medial; slope. Talão direito; pinça direita; talão esquerdo; pinça esquerda. Pinça lateral; pinça medial; talão lateral; talão medial.

Na amputação aberta do dígito: (2º parte falange intermedia). Após a cirurgia é aplicado um taco de madeira no dígito amputado para servir de prótese. É feita a nível da linha 1 (ver imagem acima. A 2ª falange é removida por meio de uma rebarbadora elétrica. É realizada por exarticulação da articulação interfalângica proximal e curetagem da superfície articular. Duas das anteriores.

Para efetuar uma laparotomia pelo flanco, quais os pontos de administração de anestésico local para induzir uma anestesia paravertebral proximal? (ver imagem. 6; 7; 8 b. 5; 4;. 1; 2; 3; 4; 5. 1; 9; 8; 7; 5. 2; 8; 7; 6.

Para efetuar uma laparotomia pelo flanco, quais os pontos de administração de anestésico local para induzir uma anestesia paravertebral distal? (ver imagem). 6; 7; 8. 5; 4; 2. 1; 2; 3; 4; 5. 1; 9; 8; 7; 6. 9; 8; 7; 6.

Para efetuar uma laparotomia paramediana, a anestesia que pode ser utilizada é: L invertido. Paravertebral proximal. Anestesia local por infiltração. Paravertebral distal. Epidural caudal.

São estímulos excitatórios para o centro gástrico: A mastigação pelos mecanoreceptores e mediado pelo trigemio;. O aumento do pH abomasal; (diminuição ph-esvaziamento abomassal). A distensão moderada a elevada sobre os receptores epiteliais de elevado limiar; (baixo limiar). O ambiente frio. Duas das anteriores.

Não é sinal clínico na retículo-peritonite traumática. Anorexia súbita com ligeiro timpanismo. Odontoprise; (ranger os dentes). Fezes pouco digeridas; (secas, escuras e envolvidas por muco). Som claro de ressonância metalo-timpânica à auscultação-percussão. Duas das anteriores;.

No tratamento médico da retículo-peritonite traumática devemos. Estimular rapidamente a ingestão de alimento; (retirar comida 2-3 dias). Elevação do 1/3 posterior; (do 1/3 anterior para aliviar pressão sob reticulo). administrar antibióticos por via intraperitoneal. Administrar relaxantes musculares; (tetraciclinas). Duas das anteriores.

Na acidose láctica ruminal observa-se: Aumento da produção da vitamina B1; (diminuição de tiamina). Morte dos lactobacilos e aumento substancial dos protozoários; (aumento dos lactobacilos e morte da flora fisiológica). Uma diminuição do teor butiroso do leite nas vacas leiteiras. Síndome minie-abceo hepáico poocado pelo lacobacilo poocada po fusobacterium necrophorum). Duas das anteriores;.

A indigestão láctea deve-se: A um excesso de ácido láctico na circulação sanguínea com paragem da digestão. A uma deficiência na absorção de água no rúmen;. A uma má formação do coalho no abomaso. A uma ingestão de leite acidificado. Duas das anteriores.

Numa situação de timpanismo ruminal devemos: Elevar o terço anterior do animal. Trocaterizar o rúmen dois palmos caudal à ultima costela e 4 dedos ventral às apófises transversas; (3 dedos caudal à ultima costela. Utilizar um trocarte o mais pequeno possível para não correr o risco de perfurar o baço; (comprido para perfurar rúmen e não sair durante contrações). Tentar a todo o custo empurrar o corpo estranho para dentro do rúmen; (se estiver no esófago é mais fácil puxar para fora). Duas das anteriores.

Não é considerado tratamento da acidose láctica ruminal: Administração de Tiamina. Ruminotomia para remover o conteúdo liquefeito. Administração de antibióticos per os seguida de uma transfaunação; (só em casos severose só com Lactobacillus). Antihistaminicos. Duas das anteriores;.

São sinais clínicos da impactação ruminal nos vitelos. Anorexia. Pêlo áspero; (sinal de inatividade simples da flora e fauna ruminal). Contracções RR aumentadas; (estático). Fluido ruminal castanho-escuro, sem protozoários, prova do azul de metileno aumentada e sedimentação reduzida; (sinal de inatividade simples da flora e fauna ruminal). Duas das anteriores.

Não é tratamento para a abomasite: A adminiação de AINE. Fluidoterapia; (mais usado. Administração de parafina liquida por sonda no orifício retículo-omasal após ruminotomia. Abomasotomia com remoção dos corpos estranhos. Duas das anteriores;.

O tratamento para a disfunção da goteira esofágica passa por: Promover o desmame precoce;. Administração do leite numa única toma por dia;. Eventualmente transfaunação de fluido ruminal;. Administração de leite pasteurizado. duas das anteriores.

A dilatação do abomaso. Nunca ocorre em vitelos jovens; (ocorre em vitelos 4-8 meses associados a disbiose por AB). Pode ser devida à administração oral de antibióticos;. Resulta de excesso de oligoelementos no concentrado; (alimentos muito fermentesciveis, excesso de HC simples. É característico de vacas prenhes, primíparas e com deficit energético; (impactação abomasal). Duas das anteriores estão correctas;.

Dentro das alterações microbianas-bioquímicas do retículo-rúmen: A acidose láctica é responsável pelo aparecimento de um grande n.º de protozoários; (desaparecimento da flora e fauna ruminal). A indigestão simples origina uma ligeira subida de pH devido à redução da flora microbiana. A putrefacção RR deve ser tratada com a administração de um suplemento de proteína; (Ab, ruminotomia, esvaziameto, mucilagem, transfaunação e feno de boa qualidade). O timpanismo espumoso deve ser tratado pela administração de uma transfaunação;(depois de aplicadas substancias anti espumosas). Duas das anteriores estão correctas.

Perante uma atonia Retículo-ruminal podemos. Administrar atropina subcutânea; (diminui motilidade ruminal). Administrar 10 litros de água morna por sonda para o rúmen. Aumentar a temperatura ambiente; (diminuir Temperatura- estimulo +). Duas das anteriores estão correctas. Administrar 500ml de glucose a 30% por via IV;.

Não estão relacionadas com o deslocamento de abomaso à esquerda: As metrites, mastites, pododermatites; (endometrites, reticuloperitonites, leucose e alt.hepáticas). A cetose, as tetanias e a hipocalcemia. A idade do animal, o sexo e a raça; (mais prevalência raças de alta produção, vacas em lactação mais idosas). O tipo de alimentação e o maneio alimentar;. Duas das anteriores estão correctas.

No caso 1 o animal apresenta muito provavelmente. Um deslocamento do abomaso à direita. Uma reticuloperitonite traumática. Uma torção do abomaso à esquerda. Um deslocamento do abomaso à esquerda. Um síndrome de Hoflund; (bradicardia).

São sinais que podem estar relacionados com a doença: Apetite caprichoso. Corpos cetónicos na urina;. Metrite. Desidratação. Todas as anteriores.

São animais particularmente afectados nesta patologia. Vacas de carne da raça Limosin;. Vacas de raça Angler e Holstein. Ovelhas de raça Ile-de-France;. Vitelos com menos de 4meses de idade; (só a partir de 3 meses, quando abomasso é menor que rúmen). Nenhuma das anteriores.

A resolução deste caso. Deverá ser cirúrgica por laparatomia do franco direito com omentopexia. Devera ser cirúrgica com ruminotomia e extração de corpo estranho. Devera ser médica com dieta do animal e administração de parassimpaticomiméticos; (txconservativo- dieta e rolamento). Devera ser cirúrgica por laparatomia do flanco direito com piloroplastia; (piloropexia. Nenhuma das anteriores.

Este animal beneficia muito com a administração de. Bicarbonato de Na a 4% por viaIV (cerca de 1500mEq);. NaCl 0,9% IV;. Bicarbonato de Na per os. Glucose per os. Duas das anteriores;.

Podemos suspeitar de úlcera do abomaso observando. Fezes com areia; (impactaçao). Mucosas em porcelana; (úlcera hiperaguda com erosão de grandes vasos). Provas dolorosas positivas; (abomasite. Todas as anteriores. Nenhuma das anteriores.

É verdade que, dentro da etiologia multifactorial do deslocamento do abomaso podemos incluir: Hipocalcemia. A idade do dono ou animal. Duas das anteriores. Falta de fibra na dieta. Nenhuma das anteriores.

São estímulos excitatórios para o centro gástrico. A mastigação através dos mecanoreceptores e mediada pelo vago; (trigemio). A diminuição do pH ruminal; (ph do abomaso). Distensão moderada a elevada sobre os receptores epiteliais do rúmen de elevado limiar; (estimulo negativo). O ambiente frio;. O aumento do pH abomasal; (diminuição.

São estímulos inibitórios para o centro gástrico: A distensão moderada sobre receptores de baixo limiar no rúmen; (recetores de elevado limiar). O ambiente frio; (estimulo positivo. A dor. A ordenha; (estimulo positivo). Duas das anteriores.

A síndrome de Hoflund. Deve-se a uma compressão do abomaso pelo rúmen demasiado preenchido;. Resulta de um conjunto de situações que levam a obstruções mecânicas à passagem dos alimentos pelos pré-estômagos;. Leva a uma vagotonia que resulta num aumento da frequência cardíaca; (Bradicardia). Inclui a estenose anterior que se deve a uma disfunção da bomba omasal. Duas das anteriores estão correctas.

Não são considerados como etiologia do deslocamento do abomaso. Alterações hepáticas, endometrite, reticuloperitonite, leucose bovina;. Cetose, hipocalcemia, tetania. Elevado teor em fibra na dieta; (pouco fibra). Alterações topográficas do abomaso provocadas pela gestação. Duas das anteriores;.

Sobre a transfaunação sabemos que: Devemos corrigir o pH ruminal antes da transfaunação. Tem uma baixa taxa de sucesso comparativamente aos ruminatórios comerciais;. Deve existir um mínimo de 5horas entre a colheita e a administração; (não podemos deixar que arrefeça ou fique ao ar). A colheita do fluido pode ser feita por ruminocentese; (só permite pequena amostra para tira ph. Recolhido por sonda). Duas anteriores.

Na escolha do método cirúrgico para o deslocamento do abomaso. Podemos utilizar a omentopexia pelo flanco direito no deslocamento à esquerda. A técnica de abomasopexia pelo flanco esquerdo não é possível em animais gestantes; (usado em vacas gestantes). A écnica po a de baa dee e eeada paa animai de baio alo energético; (elevado valor energético). O rolamento simples tem bons resultados em vacas leiteiras; (só 20 % sucesso, normalmente tem que ser cirurgia). A écnica po a de baa pode ser utilizada para deslocamentos à direita; (deslocamento à esquerda.

Perante um animal com grave subnutrição proteíno-calórica não esperamos encontrar. Úlceras de decúbito. Fraqueza muscular. Aumento dos níveis de imunoglubulinas; (imunodeprimido. Hipoalbuminemia. Linfopenia.

Podemos administrar atropina subcutânea para: Distinguir entre uma estenose anterior funcional e uma posterior;. Estimular os movimentos ruminais; (inibe). Combater o timpanismo;. Distinguir entre bradicardia vagal e uma bradicardia não vagal;. Duas das anteriores;.

A avaliação de campo do fluido ruminal: Indica uma acidose láctica se a flutuação estiver aumentada;. Indica uma putrefação ruminal se o pH estiver entre 3 e 7; (ph está aumentado entre 7,5 e 8,5). Indica uma indigestão simples se o pH estiver entre 5,5 e 6; (5,5-7,4). Indica ma indigeão imple e o cheio fo indifeene.

Numa situação de timpanismo espumoso: Devemos administrar substâncias tensioactivas;. Trocaterizar o rúmen; (timpanismo gasoso. Trocaterizar o ceco. Administrar um suplemento de proteína. Duas das anteriores.

No tratamento da alcalose ruminal: Devemos administrar carbonato de cálcio per os; (subst.alcalinizante. Devemos como 1ª medida administrar fluido ruminal; (acidificantes). Devemos administrar alimentos energéticos; (mais Hc). A administração de ureia e nitratos pode ser benéfica. Devemos administrar como 1ª medida antibióticos per os; (dar acidificantes; só damos corticos e anti- histaminicos não damos ab.

São estímulos inibitórios para o centro gástrico. Visão do alimento; (Estimulo positivo). Distensão retículo-ruminal moderada a grave. Ordenha; (Estimulo positivo. Duas das anteriores. Nenhuma das anteriores.

A principal etiologia da alcalose ruminal é: Antibioterapia oral;. Alimentação intensiva com proteínas e/ou ureia;. Excesso de hidratos de carbono na dieta; (dilatação abdómen). Duas das anteriores;. Nenhuma das anteriores.

Na putrefacção do conteúdo RR, o fluido RR: tem um pH entre 7,7 e 8,5;. Apresenta um aspecto preto-esverdeado. Tem um aumento da população de protozoários; (diminuição. duas das anteriores. Nenhuma das anteriores;.

São sinais de abomasite. Aumento da temperatura e diminuição da motilidade RR;. Decúbito lateral permanente. Picassismo; (devido a CE). Duas das anteriores;. Nenhuma das anteriores;.

A ulcera do abomaso é mais frequente em: Vitelos nos primeiros 3meses de vida; (devido ao stress). Vacas multíparas. Vacas primíparas nas primeiras 4semanas pós-parto;. Duas das anteriores. Nenhuma das anteriores.

São sinais clínicos de putrefacção ruminal em vitelos. Alopecia. Pêlo áspero e fluido ruminal com cheiro rançoso. Sell-band-effec Delocameno abomao. Nenhuma das anteriores. Duas das anteriores.

Para uma correcta profilaxia das diarreias em vitelos deve-se: Administrar colostro nas primeiras 6horas de vida;. Desinfectar o umbigo com álcool. Fornecer Ca por via oral ao vitelo;. Duas das anteriores. Nenhuma das anteriores.

Na acidose RR crónica não é comum: Hiperqueratose, hipertrofia das papilas ruminais, hiperpigmentação. Sindrome Ruminte-abcesso hepático. Esteatose hepática. Claudicações. Necrose das meninges.

O timpanismo ruminal pode dever-se: Ingestão de uma placenta. À compressão esofágica por um linfonodo bronquico aumentado por pneumonia. Decubito lateral prologando. Hipocalcemia. Todas as anteriores.

O local de trocaterização ruminal. Ponto O que fica a um palmo caudal à ultima costela. Ponto X 3 dedos caudal à ultima costela, 4 dedos ventral à apófise transversa. É indiferente. Depende se timpanismo é gasoso ou espumoso. Não se fazem em bovinos.

no timpanismo espumoso podemos. Administrar acetilbutilato. Colocar vaca em posição de cão sentado. Administrar pentacroronibenteno. Adminitrar dihetil azodixacarboxylato.

A patologia da imagem anterior provavelmente é: Dermatite interdigital. Hiperplasia interdigital. Dermatite digital. Doença da linha branca. Panarício.

Denunciar Test